Anvisa abre discussão sobre rotulagem de alimentos

Anvisa temporario

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está recebendo contribuições para melhorar a informação nutricional encontrada nos rótulos de alimentos

O objetivo, segundo a entidade, é facilitar a compreensão das principais propriedades nutricionais e reduzir situações que geram engano quanto à composição dos alimentos.
Na semana passada, a diretoria colegiada da agência aprovou relatório preliminar que investiga alternativas apresentadas por entidades e experiências internacionais de rotulagem. A Anvisa quer criar alertas sobre o alto conteúdo de nutrientes críticos à saúde, facilitar a comparação entre alimentos e aprimorar a precisão dos valores nutricionais declarados pela indústria.
O relatório aprovado pode ser acessado na aba Tomada Pública de Subsídios, disponível no site da Anvisa. As contribuições devem ser enviadas via formulário de participação, que possui quatro seções: percepção da sociedade (duas perguntas); análise do impacto regulatório (nove perguntas); design gráfico e comunicação (dez perguntas); e prazo de adequação (uma pergunta).
A proposta da agência reguladora é coletar, até julho, mais subsídios e informações para estudo e também avaliar os impactos das soluções possíveis antes que o texto da norma seja apresentado em consulta pública. A Anvisa defende as mudanças como necessárias e diz que o modelo atual dificulta o uso da rotulagem nutricional pelos consumidores por problemas de identificação visual, pelo baixo nível de educação e de conhecimento nutricional.
“Também há confusão sobre a qualidade dos ingredientes e problemas de veracidade das informações, além do uso de termos técnicos e matemáticos, entre diversos outros motivos”, informou a entidade, por meio de nota (ABr).

Pompeia encontra novo esqueleto de vítima do vulcão Vesúvio

Pompeia temporario

Pesquisadores do sítio arqueológico de Pompeia, na Itália, anunciaram mais uma descoberta durante escavações na cidade destruída pelo vulcão Vesúvio no ano de 79. Trata-se do esqueleto de uma pessoa morta pelo vulcão, a qual tem sido chamada de “o último fugitivo”. A ossada indica que a vítima era um homem de 35 anos que não conseguiu fugir das cinzas, sendo atingido por uma coluna de 300 quilos de fumaça, pedras e cinzas.
Os ossos da perna apresentam indícios de uma doença que poderia ter impedido a pessoa, que mancava, de fugir a tempo de se salvar. A descoberta, de acordo com o diretor-geral do Parque Arqueológico, Massimo Osanna, é algo “dramático” e, ao mesmo tempo, “excepcional”, pois mostra que a pessoa morreu encarando o desastre da erupção do Vesúvio. O esqueleto foi encontrado em uma região onde estão sendo feitas novas escavações e é chamada de “Regio V”, entre a zona de “Il Vicolo dei Balconi”, também recém-descoberta, e a “Nozze d’Argento”.
“É possível fazer algumas conclusões das análises do esqueleto. Deu para entender o quão dramático devem ter sido os últimos instantes deste homem, que se viu ao centro de uma nuvem piroclástica. Na prática, uma avalanche de fogo que carregava detritos, pedaços de ferro, galhos e restos de pavimentos”, disse o especialista. “Com certeza, o homem não conseguiu fugir. A sua tíbia, dois mil anos depois, ainda há sinais de uma brava infecção óssea, talvez uma periostite ou uma osteomielite, que, provavelmente, causava dor e impediu que a vítima fugisse”, relatou a antropóloga Valeria Amoretti.
A cidade de Pompeia, hoje zona de um Parque Arqueológico, fica a 22 km de Nápoles, no sul da Itália, e conserva destroços de um antigo vilarejo do Império Romano destruído por um terremoto e pela erupção do Vesúvio. O local se manteve oculto, sepultado por cinzas, por 1600 anos, até ser reencontrado por acaso em 1748 (ANSA).

UE apresenta plano para reduzir uso de plástico

Os Estados-membros da União Europeia deverão recolher 90% das garrafas plásticas de bebidas até 2025, anunciou a Comissão Europeia na última segunda-feira (28). Essa é mais uma medida para reduzir o uso de plástico no bloco, que produz 25 milhões de toneladas de resíduos desse tipo de material por ano, sendo que 85% desse lixo acaba poluindo praias e mares.
Além das garrafas, a Comissão Europeia anunciou outras ações ambiciosas, como a proibição à venda de pratos, canudos, misturadores de bebidas e cotonetes de plástico - todos os produtos citados podem ser fabricados com outro material que não seja tão prejudicial ao meio ambiente. No caso de recipientes de alimentos e copos, os Estados-membros deverão fixar objetivos nacionais de redução.
Além disso, os países deverão promover campanhas de sensibilização dos cidadãos, para que eles entendam os motivos por trás dessas medidas. Os itens que não podem ser feitos com material alternativo deverão apresentar uma etiqueta que indique ao consumidor que o produto pode ser prejudicial à natureza. O projeto agora deverá ser aprovado pelo Parlamento e pelo Conselho Europeu (ANSA).

Morre um dos últimos sobreviventes de Auschwitz

Alberto Mieli, um dos últimos sobreviventes italianos do campo de concentração nazista de Auschwitz, morreu em Roma. Em um livro, Mieli, ou, como era conhecido, ‘Zi Pucchio’, relatou: “Não há uma hora do dia ou da noite em que não passe pela minha mente a minha vida no campo de concentração e o que meus olhos foram forçados a ver. Éramos judeus. Essa era nossa única culpa”, escreveu Mieli, de 92 anos, que tinha o número 180060 marcado no braço.
Diversos políticos italianos homenagearam o sobrevivente de Auschwitz, incluindo a prefeita de Roma, Virginia Raggi. “Uma das testemunhas mais ativas do Holocausto na Itália nos deixou. Roma se entristece pela família e recorda Alberto Mieli, conhecido por todos como ‘Zi Pucchio’, capturado pelos fascistas e pela polícia secreta alemã e deportado para Auschwitz-Birkenau”, disse. “Mieli partiu, um dos últimos sobreviventes do inferno de Auschwitz. Eu tive o grande privilégio de conhecê-lo e de escutar sua história. Temos o dever de não nos esquecermos dela”, escreveu no Twitter Mara Carfagna, vice-presidente da Câmara dos Deputados e filiada ao Força Itália.
“Mieli era uma testemunha preciosa para tantos jovens e estudantes. O grupo Força Itália na Câmara dos Deputados está próximo à família e à comunidade judaica. Devemos preservar a memória para que os erros do Holocausto não se repitam nunca mais”, escreveu Mariastella Gelmini, líder do partido na Câmara (ANSA).

ESTOQUES DOS SUPERMERCADOS ESTÃO PELA METADE

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) divulgou nota em que alerta para a redução dos estoques devido aos protestos dos caminhoneiros. Segundo a entidade, os estoques de produtos não perecíveis, que tem duração média de 15 dias, já estão pela metade. A Abras acrescenta que, mesmo após o movimento de caminhoneiros vir a se encerrado, serão necessários de cinco a dez dias para que o abastecimento dos supermercados voltem a se normalizar.
Diante desse cenário, a associação que representa os supermercados do país alerta que “medidas urgentes precisam ser tomadas”, para garantir a qualidade no abastecimento da população. “O setor tem sofrido mais com a falta de abastecimento de produtos perecíveis, prejudicando as seções de hortifrúti, açougue e laticínios e derivados”, informa a nota (ABr).

 
 
 
 
 
 
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