Cerca de 104 milhões de pessoas vão realizar compras para a Páscoa

Pesquisa aponta que mais de 100 milhões de brasileiros farão compras para a Páscoa.

Pesquisa divulgada pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 103,9 milhões de brasileiros pretendem realizar compras para a Páscoa, este ano

Deste total, 69% dos consumidores pretendem comprar ou já compraram presentes e chocolates para a Páscoa, número superior à intenção de compras do ano passado (57%). Somente 12% dos entrevistados não pretendem ir às compras este ano.
Entre os que vão comprar presentes ou produtos para a Páscoa, 41% pretendem gastar o mesmo que o ano passado, enquanto 36% pretendem gastar menos e, 15%, um valor superior do que gastou em 2017. A média de compras esperada é de cinco produtos, com gasto médio estimado em R$ 135,03. A maioria (41%) disse ter a sensação de que os preços dos produtos para a Páscoa deste ano estão mais caros do que no ano passado. Nove entre cada dez disse ainda que vai pesquisar os preços dos ovos e produtos de Páscoa antes de comprá-los.
“O consumidor já aprendeu que a variação de preços dos ovos de páscoa é enorme e pode ficar próxima a 100% em algumas cidades, de acordo com o Procon. Então, ir às compras na primeira loja que aparece é um erro grave. O ideal é se planejar com antecedência, usar a internet para pesquisar e só tomar decisões depois de ter visto os preços praticados em vários estabelecimentos”, disse Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.
O pagamento à vista será a forma mais usada pelos consumidores nesta Páscoa, seja em dinheiro (63%) seja em débito (38%). Já 25% dos entrevistados dizem que vão pagar as compras de Páscoa no cartão de crédito, em parcela única, enquanto 22% preferem o pagamento em cartão de crédito parcelado. A pesquisa ouviu 859 consumidores, de ambos os gêneros, com idade acima de 18 anos e de todas as classes sociais, em todas as capitais brasileiras (ABr).

Opas pede a países das Américas que vacinem todos contra o sarampo

Opas recomenda o reforço da vacinação contra o sarampo nas Américas.

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), está alertando os países das Américas a redobrar os esforços para vacinar suas populações contra o sarampo. Reforçar a vigilância para detectar possíveis pacientes e implementar medidas para responder com rapidez a casos suspeitos também são essenciais. O alerta da Opas acontece após a confirmação de casos de sarampo em nove países das Américas.
Somente a Venezuela teve mais de 885 casos, sendo 159 apenas este ano. 14 pessoas foram confirmadas com sarampo no Brasil e 13 nos Estados Unidos. Casos foram registrados também no Canadá, no México e no Peru. O sarampo foi declarado eliminado das Américas em 2016, sendo que a região foi a primeira do mundo a eliminar o sarampo, a rubéola e a síndrome da rubéola congênita, graças a 22 anos de campanhas de vacinação em massa contra as três doenças.
Entretanto, devido aos novos casos de sarampo, que é altamente contagioso, a Opas está pedindo novamente para que as duas doses da vacina MMR sejam aplicadas na população de todos os municípios das Américas. O sarampo, uma das doenças mais contagiosas, afeta principalmente crianças. É transmitido pelo ar e pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Entre os sintomas, estão febre alta e manchas avermelhadas pelo corpo, podendo causar sérias complicações como cegueira, encefalite, diarreia severa, infecções de ouvido e pneumonia.
O governo brasileiro pediu ajuda ao presidente da OMS, Tedros Adhanom, para alterar o acordo assinado entre membros da Opas, para conseguir obrigar venezuelanos a tomar vacinas ao entrar em território brasileiro. O pedido foi feito em razão do grande número de casos de sarampo que têm sido notificados em Roraima, a partir da vinda de venezuelanos para o Brasil, que já registrou óbitos e tem 100 casos de sarampo notificados, três deles em brasileiros (ONU News/ABr).

Cadastro já registra mais de 82 mil presos

A implantação do Banco Nacional de Monitoramento de Prisões ( BNMP) avança celeremente em todo o País. O treinamento de magistrados e servidores dos tribunais, realizado por equipes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), está praticamente encerrado e começam a ser conhecidos dados atualizados e corretos da população carcerária.
Os detentos já registrados no Cadastro Nacional de Presos atingiram 82,6 mil na última quinta-feira (22), número que deve crescer nas próximas semanas até atingir o contingente total da população brasileira privada de liberdade. Até o momento, Roraima e Goiás são as duas primeiras unidades da Federação a concluir a inserção de dados de seus presos no sistema nacional de monitoramento.
Além desses, os dados em tempo real do sistema mostram que os estados com os maiores níveis de cadastramento de detentos são, até agora, Santa Catarina ( 75% do total estimado de sua população carcerária), Acre (57%), Sergipe (63%), Piauí (29%) e Rio Grande do Norte (24%) - (CNJ).

Aumentaram os gastos de brasileiros no exterior

Despesas de brasileiros em viagens ao exterior é o maior resultado para o mês de fevereiro, desde 2015.

Os gastos de brasileiros em viagem ao exterior chegaram a US$ 1,405 bilhão em fevereiro. Esse é o maior resultado para o mês desde 2015, quando o valor atingiu US$ 1,490 bilhão. Os dados foram divulgados na sexta-feira (23) pelo Banco Central (BC). No mesmo mês do ano passado, essas despesas ficaram em US$ 1,362 bilhão. As receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 611 milhões, contra US$ 535 milhões em igual mês de 2017. Essas receitas do mês passado foram as maiores para o mês na série histórica do BC, iniciada em 1995.
Com esses resultados, o saldo das viagens ficou negativo em US$ 794 milhões. Nos dois meses do ano, o déficit na conta de viagens ficou em US$ 2,017 bilhões. Nesse período, as despesas de brasileiros no exterior somaram US$ 3,407 bilhões. Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o aumento das despesas de brasileiros no exterior é devido à recuperação da economia. “As despesas continuam nessa trajetória de recuperação”, disse.
Nos dados preliminares deste mês, até o dia 21, as receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 392 milhões e as despesas de brasileiros em US$ 1,082 bilhão. Com isso, a conta ficou negativa em US$ 690 milhões, até o dia 21 (ABr).

Ex-modelo da Playboy afirma ter tido um romance com Trump

A ex-modelo da Playboy, Karen McDougal, quebrou o silêncio e afirmou que teve um romance com o presidente norte-americano Donald Trump entre 2006 e 2007. Na entrevista cedida para a rede “CNN”, McDougal explica que a sua relação com Trump durou 10 meses. Além disso, a ex-coelhinha afirmou que os dois se viam pelo menos cinco vezes ao mês.
Em geral, McDougal classificou a relação com Trump como consensual e de muito “sentimento” entre ambos. No entanto, a ex-modelo disse que seu único arrependimento foi ter se envolvido com um homem casado e pediu desculpas para a primeira-dama Melania Trump. “O que posso dizer, a não ser ‘me desculpe’? Não gostaria que isso fosse feito comigo”, disse McDougal.
Ainda de acordo com a ex-modelo, ela e Trump tiveram relações sexuais, e, inclusive, o presidente norte-americano “quis pagar” pelo sexo. No entanto, ela não aceitou o pagamento. Segundo McDougal, ela e Trump se conheceram em 2006, pouco depois de Melania ter tido seu filho Barron, de 12 anos.
A ex-modelo entrou com uma ação judicial para ser liberada de um acordo que a obriga ficar em silêncio sobre o relacionamento extraconjugal com Trump. Em 2016, pouco antes do início das eleições presidenciais, a “American Media” pagou US$ 150 mil pelo direito de sua história (ANSA).

China impõe retaliação contra 128 produtos dos EUA

Em resposta às sanções comerciais impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o Ministério do Comércio da China anunciou que irá cobrar tarifas mais altas de 128 produtos importados do país norte-americano. Entre alguns dos produtos que estão sujeitos às tarifas elevadas, estão frutas, vinhos, carne suína, tubos de aço e alumínio.
De acordo com a imprensa local, o país asiático pretende impor uma tarifa de 15% sobre aço, frutas, vinhos e mais outros produtos. Já suínos e alumínio, ganhariam uma sobretaxa de importação de 25%.
Segundo a pasta, as tarifas impostas pelos Estados Unidos vão contra as regras do comércio global. Com a nova sanção, o governo estima que o impacto econômico das importações norte-americanas podem alcançar até US$ 3 bilhões.
A guerra comercial contra os Estados Unidos começou no início de março, quando Trump assinou uma nova ordem que impõe uma sobretaxa de 10% na importação de alumínio e de 25% na de aço. O ápice para os chineses foram as novas sanções e tarifas comerciais impostas, motivadas sob a acusação de roubar “segredos tecnológicos e comerciais” (ANSA).

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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