Oferta de hospedagem cresceu mais de 70% no Brasil nos últimos 5 anos

Com belas praias, o Rio de Janeiro é um dos destinos mais procurados por turistas.

Nos últimos cinco anos, a oferta de hospedagem nas capitais brasileiras cresceu mais de 70%, passando de 373.673 vagas em 2011 para de 639.352 no ano passado

De acordo com levantamento do IBGE, atualmente o país tem capacidade para acomodar, simultaneamente, 2,4 milhões de pessoas. O crescimento expressivo foi impulsionado pela preparação do país para receber turistas no chamado ciclo de megaeventos, como a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos, no ano passado.
“Nós tivemos um incremento em algumas capitais não só no número de estabelecimentos, como no de leitos também”, disse Roberto Saldanha, gerente da pesquisa. Ele cita como exemplo Brasília: “A gente vê claramente que a expansão [em Brasília] se deu não pelo surgimento de novos estabelecimentos, mas pela expansão dos leitos existentes. E para tanto contribuíram muito os eventos realizados no país, principalmente a Copa do Mundo e também o fato de Brasília ser a capital do país e ter, por isso mesmo, uma procura muito grande”.
“Todos esses investimentos representaram um grande salto quantitativo e qualitativo em termos de oferta de serviços de um modo geral e contribuíram para a melhoria da infraestrutura do setor de turismo como um todo. O saldo disso tudo é que o Brasil tem condições de sediar novos e grandes eventos”, disse Saldanha”. Segundo o censo, o estado de São Paulo lidera o ranking de número de meios de hospedagem com 507.412 leitos disponíveis. O estado é responsável por 21% de toda a oferta nacional. Os quatro estados da região Sudeste respondem por 43,1% do total de leitos do Brasil.
Entre os destaques do levantamento está a capital paraense. Belém acusou no período crescimento de 51% na oferta de hospedagem, passando de 93 para 141 o total de estabelecimentos preparados para receber turistas. No último levantamento do setor, feito em 2011, foram listados 5.036 meios de hospedagem nas capitais do país. Hoje, a quantidade de estabelecimentos de hospedagem subiu para 5.791, crescimento de 15%. O IBGE ressalta que, entre 2011 e 2016, o número de ingresso de turistas no país passou de 5,4 milhões para 6,6 milhões, dos quais 50% da América do Sul. (ABr)

Estudo tenta provar que Cristóvão Colombo era português

O navegador Cristóvão Colombo seria o fidalgo português Pedro Ataíde.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Coimbra e do Instituto Superior Técnico (IST) de Lisboa iniciou um estudo para tentar provar que o navegador genovês Cristóvão Colombo (1451-1506) era português. Há muitas pessoas em Portugal que acreditam que o homem que entrou para a história como o “descobridor da América” era lusitano, assim como na Espanha existe a crença difundida de que ele era originário do país ibérico - da Catalunha, da Galícia, da Andaluzia, do País Basco ou de Extremadura, dependendo do interlocutor.
Segundo a equipe guiada pelo professor Fernando Branco, Colombo era na verdade um nobre corsário português chamado Pedro Ataíde, que, depois de ter sido salvo milagrosamente de uma batalha naval em 1473, teria mudado de identidade para escapar das forças do rei João II. Ele teria então assumido o nome de Pedro Colombo e, de acordo com Branco, acabaria ficando famoso como “Cristóvão Colombo”. A alcunha teria sido inspirada em um francês chamado Culon que lutara ao lado do corsário português.
Para comprovar sua tese, o professor e sua equipe pretendem comparar o DNA dos ossos de um primo de Ataíde morto mais de 500 anos atrás com o material genético de um filho do navegador, Fernando, sequenciado em 2006. “Estou quase certo de que seu nome era Pedro Colombo. Falta comprovar se existe relação com Pedro Ataíde”, declarou Branco à agência espanhola “EFE”. Apesar das diversas teorias sobre sua origem, acredita-se que Colombo tenha nascido na República de Gênova, na época um Estado soberano - a Itália só surgiria como nação em 1861 (ANSA).

‘Despacito’ é música mais ouvida em ‘streaming’ da história

A música “Despacito”, dos porto-riquenhos Luis Fonsi e Daddy Yankee, foi declarada ontem (19) a canção mais ouvida em “streaming”. Em sua versão original e remix, a música atingiu 4,6 bilhões de reproduções em plataformas de internet, entre elas o YouTube e Spotify, anunciou a Universal Music Latin Entertainment.
“Despacito” viralizou logo depois de seu lançamento em janeiro.Durante 10 semanas, a canção esteve em primeiro lugar na lista das mais ouvidas nos Estados Unidos. Em comunicado, Fonsi afirmou que o streaming conecta as pessoas do mundo inteiro e foi isso que ajudou a música a alcançar todos os cantos do planeta. No YouTube, o vídeo é o quarto mais visto da história, com 2,66 bilhões de visualizações. Já no Spotify, é a 39ª música mais ouvida.
A música bateu o recorde do cantor pop canadense Justin Bieber, que liderava o ranking do “streaming” desde 2015 com a música “Sorry”, a qual teve 4,38 bilhões de reproduções. O hit “Despacito” é a pimeira canção em espanhol que chega ao topo desde a famosa “Macarena”, em 1996 (ANSA).

Tóquio dobra teto de gastos para Olimpíadas
de 2020

O comitê responsável pela organização dos Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio, anunciou que o teto de gastos para o evento praticamente dobrou, indo de 730 bilhões para 1,4 trilhão de ienes (cerca de US$ 12,6 bilhões). A notícia aumenta a incerteza sobre o custo total das próximas Olimpíadas de Verão, já que, segundo Toshiro Muto, chefe do comitê, o valor só poderá ser confirmado em 2019.
Quando Tóquio foi escolhida como sede dos Jogos Olímpicos, em 2013, foi proposto que o teto de gastos seria de 730 bilhões de ienes (US$ 6,6 bilhões), mas o acordo não foi cumprido. Os custos acima do previsto estão preocupando as autoridades, e Muto explicou aos meios de comunicação estrangeiros que os organizadores continuarão a “buscar mais eficiência nas despesas” (ANSA).

Mulher é presa por usar minissaia em rua da Arábia Saudita

A garota admitiu ser ela no vídeo, mas que não sabia da repercussão que as imagens tinham causado.

A polícia da Arábia Saudita prendeu uma mulher após um vídeo em que ela aparece andando por uma rua vazia vestindo uma minissaia e um top viralizar na internet, relatou a TV estatal da Arábia Saudita, Ekhbariya. Na imagem, a mulher, cujo nome não foi divulgado, teria caminhado pela vila patrimonial Ushaiqir, a cerca de 200 km a noroeste da capital Riad, na província de Najd.
Em publicação no Twitter, a emissora afirmou que o caso foi encaminhado para o Ministério Público e a mulher será interrogada por um representante da Justiça, que vai decidir se ela permanecerá detida ou se será aberto um processo. “A polícia de Riad deteve a mulher que apareceu com roupas indecentes em Ushaiqir e a encaminhou para o procurador público”, escreveu a TV.
De acordo com a polícia, a garota admitiu ser ela no vídeo, mas disse que não sabia da repercussão que as imagens tinham causado nas redes sociais. O Comitê para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício pretende adotar as medidas necessárias contra essa “transgressão da ordem moral” e uso de “traje indecente”. Com cultura conservadora, a Arábia Saudita não permite que mulheres andem nas ruas com roupas que não cobrem da cabeça aos pés (ANSA).

Servir comida congelada em restaurantes vira crime na Itália

Os restaurantes da Itália terão que tomar mais cuidado com o que colocam nos cardápios. A Suprema Corte italiana estabeleceu ontem (19) a punição a donos de restaurantes que não especificarem no menu que seus produtos são conservados no congelador. De acordo com a Corte, quem não especificar os alimentos congelados no menu poderá ser enquadrado por fraude comercial, respondendo com multa de 2 mil euros e, nos casos mais graves, com prisão.
Portanto, caso a comida não seja fresca, tem que constar claramente no cardápio dos estabelecimentos. A decisão da Suprema Corte recaiu sobre um processo contra um dono de restaurante em Milão, que, além de precisar pagar 200 euros por tentativa de fraude comercial, terá que desembolsar dois mil euros para a entidade pública Cassa delle Ammende, ligada ao Ministério da Justiça, pelos custos do processo. Na mira da Suprema Corte, estão restaurantes chineses que servem seus produtos congelados e confeitarias que conservam produtos sob refrigeração (ANSA).