Cadê o Direito Adquirido?

Na “balburdia” politico administrativa do nosso país, todos os segmentos da sociedade ao questionarem suas conveniências ou necessidades se apegam ferrenhamente aos “direito adquirido”, que em vários casos são autênticos absurdos

Na minha conclamação “Patriotismo um Grande Desafio” eu faço alusão aos nefastos “direitos adquiridos” que deveriam ser regulamentados de modo a ser extinto, quando estiver onerando exageradamente os cofres públicos. No âmbito do serviço público dos três poderes existem casos inacreditáveis, diante do atual “status quo”, que se arrastam há algum tempo. Aposentados recebendo “benefícios” de algumas dezenas de milhares de reais, valores que pobre trabalhador não recebe durante um ano!
Por que dois pesos e duas medidas, diferenciando e discriminando os trabalhadores da iniciativa privada, que sustenta a economia nacional, dos privilegiados funcionários públicos, cujas folhas de pagamentos dilapidam os cofres públicos? A tal isonomia só existe entre os funcionários? Isso não seria uma descarada e indesejável discriminação?
Mesmo que hajam regras diferenciadas para o recolhimento das contribuições de ambos os segmentos, não justifica tão grande diferença de aposentadorias. Chega ser ridículo e folclórico a iniciativa privada que produz a riqueza da nação, ter seus integrantes tão mal recompensados, depois de uma longa e exaustiva jornada de trabalho, enquanto os participantes da administração pública, do “cabide de empregos”, sem nenhuma exaustão e com vários privilégios, serem tão bem remunerados.
Por que será que através dos tempos, criaram tantos “ajustes” para previdência e tudo continua como dantes no serviço público? Por que será que os aposentados e pensionistas do INSS tiveram seus benefícios reduzidos após a desindexação do salário mínimo? Cadê o direito adquirido?

(*) - É Jornalista – MTb 21.275 - (www.emquestao.com) (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.).