Situação inacreditável!

Onde será que vamos parar? É o que deve estar se perguntando todo cidadão ansioso por um esclarecimento ou por uma notícia alvissareira!

O “nó” é tão grande que está difícil desatar, inclusive depois dos pronunciamentos na convenção do PMDB e da votação dos vetos da presidente ás propostas aprovadas pelo congresso, não obstante continuar mal parado o “ajuste fiscal” para o governo tentar equilibrar suas contas. Diante desse quadro obscuro de um futuro desfecho imprevisível, é sempre bom lembrar que um “impeachment” prejudica o outro, embora ambos sejam plenamente cabíveis, diante da realidade dos fatos.
Se Cunha aceitar e encaminhar o pedido, os parlamentares do PT e coligados votarão a favor da cassação do mandato! E agora José? Quem é que vai desatar esse “nó”? 
Enquanto isso, “rolam” nos bastidores várias hipóteses intrigantes! Vejamos: Temer do PMDB afirma que nas próximas eleições o partido terá candidato próprio, mas que não vai deixar o governo Dilma. Grupos do partido são contra e querem que a legenda deixe de apoiar Dilma e o PT, o que não deixar de ser coerente, diante das tradições do PMDB.
O Plenário do congresso, em sessão conjunta, aprovou os vetos da presidente às propostas já aprovadas anteriormente, entre elas a absurda majoração salarial pretendida pelo judiciário. Será que esse fato, não vai causar reações indesejáveis ao governo, sobre suas questões que tramitam no judiciário? 
Entretanto, o que acha a sociedade sobre a aprovação dos vetos, em especial a esse dos vencimentos do judiciário? Embora tudo não passe de um escuso jogo político, creio que a coerência e bom senso da comunidade aprova o veto neste momento atual e que a economia range na subida. 
Gente, as “coisas” vão de mal à pior!

(*) - É Jornalista – MTb 21.275 - (www.emquestao.com) (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.).