OCDE prevê queda de 0,5% para a economia brasileira em 2015

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) prevê queda de 0,5% para a economia brasileira em 2015

ocde temporario O baixo preço do petróleo e a flexibilização da política monetária estão impulsionando o crescimento nas principais economias do mundo

Antes, a previsão era expansão de 1,5%. Os dados foram divulgados por meio de documento elaborado pelo organismo sobre perspectivas da economia mundial para 2015. A OCDE é uma organização de cooperação internacional composta por 34 países, com sede em Paris.
Entre 11 economias, o Brasil é o único com a expectativa de resultado negativo no PIB em 2015, informou a OCDE.

A expectativa é que a China cresça 7% ao ano em 2015 e 2016. A Índia terá uma expansão de 7,7 % em 2015 e de 8% em 2016. As perspectivas da OCDE para o crescimento dos EUA é 3,1% este ano e de 3% em 2016, enquanto o Reino Unido deverá avançar 2,6% em 2015 e 2,5% em 2016. A expansão do Canadá está projetada em 2,2% este ano e 2,1% em 2016. O Japão deverá crescer 1% em 2015 e 1,4% em 2016 .

O baixo preço do petróleo e a flexibilização da política monetária estão impulsionando o crescimento nas principais economias do mundo, mas o ritmo da expansão econômica no curto prazo continua modesto, destaca a OCDE. A forte demanda doméstica tem impulsionado o crescimento nos Estados Unidos, ajudado também pela valorização do dólar. Na avaliação da OCDE, a zona do euro deverá se beneficiar de baixos preços do petróleo, do estímulo da política monetária e da depreciação do euro para escapar da estagnação econômica.

No Japão, os desafios para crescimento a longo prazo permanecem. A desaceleração gradual na China deverá continuar. A Índia deve ser a economia com o mais rápido crescimento nos próximos dois anos, enquanto as perspectivas tendem a piorar para muitas nações exportadoras de commodities, com o Brasil (ABr).

Barbosa: concessões devem virar fato corriqueiro

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que as concessões à inciativa privada no setor de infraestrutura deverão se tornar corriqueiras nos próximos anos. Ele esteve no leilão de concessão da Ponte Rio-Niterói na Bolsa de Valores de São Paulo. “Tenho certeza de que, com o governo fazendo a sua parte, viabilizando esses projetos, mais e mais concessões como essa vão acontecer”, disse ele, após a divulgação do resultado da concorrência.

Para o ministro, o leilão mostra as possibilidades de expansão da economia. “Esse evento mostra a dinâmica e o potencial da economia brasileira. Uma economia grande e diversificada. Tem grandes oportunidades de investimento. Tem vários players, vários agentes dispostos a fazer investimentos”, destacou sobre a disposição do setor privado em investir em infraestrutura.

Entre as próximas concessões a serem anunciadas, estão quatro rodovias nos estados de Mato Grosso, do Pará, de Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina e do Paraná. Barbosa voltou a dizer que é intenção do governo passar para a administração privada os aeroportos de Salvador, Florianópolis e Porto Alegre.

Ecorodovias vence concessão da Rio-Niterói e pedágio cairá

ecorodovias temporarioA partir de 1° de junho, o pedágio da Ponte Rio-Niterói para carros de passeio vai passar dos atuais R$ 5,20 para R$ 3,70.

A Ecorodovias Infraestrutura e Logística S.A venceu o leilão de concessão da Ponte Rio-Niterói. A companhia ofereceu deságio de 36,67%, o que significa tarifa-base de R$ 3,28. Com isso, a partir de 1º de junho deste ano o pedágio para os usuários da ponte cairá dos atuais R$ 5,20 para R$ 3,70 (veículos de passeio). O Consórcio Nova Guanabara ficou em segundo lugar, oferecendo deságio de 35,20% – tarifa de R$ 3,39.

O Consórcio Ponte, do qual faz parte a atual concessionária (CCR), ofereceu o pior lance entre os seis que disputaram a concorrência, tarifa de R$ 4,24 – deságio de 18,20%. A companhia administrou a ponte por 20 anos e o contrato vence no mês de maio. Inaugurada em 1974, a Rio-Niterói é a 11ª maior do mundo, tem 13,2 km de extensão e 72 metros de altura. A ponte é a principal ligação da cidade do Rio de Janeiro com Niterói e o inetrior do estado.

A nova concessionária assinará um contrato para prestar serviços por 30 anos. A administradora deverá fazer investimentos estimados em R$ 1,3 bilhão. Entre as obras obrigatórias, está a construção de uma via elevada ligando a ponte à Linha Vermelha. Está prevista também ligação na Av. Feliciano Sodré que passe sob a Praça Renascença, em Niterói (ABr).

Governo estuda conceder à iniciativa privada mais três aeroportos

A presidenta Dilma Rousseff confirmou ontem (12) que o governo estuda conceder à iniciativa privada os aeroportos de Porto Alegre, Salvador e Florianópolis. As declarações foram dadas durante inauguração de obras em terminal portuário, no Rio de Janeiro.

O Aeroporto Internacional de Porto Alegre Salgado Filho é administrado pela Infraero desde 1974. Em outubro de 2001 foi inaugurado o Terminal Internacional do aeroporto e dezembro de 2010 foi reinaugurado o antigo terminal de passageiros.
O Aeroporto Internacional de Salvador Deputado Luís Eduardo Magalhães opera cerca de 220 voos domésticos diários e 57 voos internacionais por semana, fazendo de Salvador uma das principais portas de entrada do turismo na Bahia e, consequentemente, na região Nordeste.

O Aeroporto Internacional de Florianópolis Hercílio Luz foi elevado, pelo então Ministério da Aeronáutica, à categoria de Aeroporto Internacional, em 1995, e passou por obras de ampliação e climatização em 2000 (ABr).

Rússia investe no Paraná

Ao longo dos próximos quatro anos, o Porto de Antonina receberá mais de R$ 160 milhões em investimentos na sua área logística. O anúncio foi feito pela empresa russa Uralkali em reunião com o governador Beto Richa, realizada no na sede da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina.

Os investimentos, que incluem a construção de um novo berço de atracação no Terminal Ponta do Felix, dois novos armazéns de 120 mil toneladas e a melhoria do sistema de movimentação de cargas, devem dobrar a capacidade de descarregamento de fertilizantes do Porto de Antonina. Com a obra, a capacidade de importação do terminal passa das atuais 2 milhões de toneladas para 4 milhões de toneladas por ano (SIL/PR).

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  1. Economia 10/03/2015
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