Vendas de produtos siderúrgicos caíram 14,3% no ano

A produção brasileira de aço bruto alcançou em julho 2,9 milhões de toneladas.

As vendas de produtos siderúrgicos para o mercado brasileiro fecharam o mês de julho com queda de 22%, na comparação com julho do ano passado, atingindo 1,4 milhão de toneladas

Com o resultado, os números acumulados nos primeiros sete meses do ano indicam queda nas vendas de 14,3%, comparado ao mesmo período do ano passado, totalizando 11 milhões de toneladas.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Aço Brasil e indicam que o resultado das vendas de julho foi 1,7 milhão de toneladas de produtos siderúrgicos (queda de 24,4% sobre julho de 2014), enquanto o consumo nos primeiros sete meses deste ano totalizou 13,4 milhões de toneladas (queda de 12,4% sobre o acumulado de janeiro a julho do ano passado). O setor importou em julho 270 mil toneladas (US$ 283 milhões), elevando o acumulado das importações de janeiro a julho para 2,3 milhões de toneladas – queda de 2,2% em relação ao mesmo período do ano passado.
O Instituto Aço Brasil ressalta que, “apesar das condições adversas do mercado internacional”, as exportações de produtos siderúrgicos atingiram 1,5 milhão de toneladas em julho, valor equivalente a US$ 652 milhões, devido, principalmente, às operações intercompanies (entre companhias do mesmo grupo). As exportações até julho totalizaram 7,2 milhões de toneladas e US$ 3,9 bilhões, crescimento de 49,2% em volume sobre os primeiros sete meses do ano passado e de 10,3% em valor, na mesma base de comparação.
Em sua totalidade, a produção brasileira de aço bruto alcançou em julho 2,9 milhões de toneladas, queda de 3,1% na comparação com julho de 2014. Em relação aos laminados, a produção mensal de 1,9 milhão de toneladas representa queda ainda maior: de 8,6% quando comparada a julho do ano anterior. Com esses resultados, a produção acumulada nos sete primeiros meses de 2015 totalizou 20 milhões de toneladas de aço bruto e 13,9 milhões de toneladas de laminados, aumento de 1,2% e queda de 5,4%, respectivamente, sobre os mesmos períodos de 2014 (ABr).

ANP intensifica fiscalização nos postos de combustíveis

A maior irregularidade foi o percentual de etanol fora do índice permitido.

O trabalho da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no primeiro semestre, resultou em 7.495 ações de fiscalização e 1.804 autos de infração. No período, foram feitas ainda 389 interdições e 113 apreensões de produtos. Nos postos de combustíveis ocorreram 5.262 ações fiscalizatória, que resultaram em 1.047 infrações.
Dessas, 93 infrações, totalizando 6,6%, foram em função da fraude conhecida como “bomba baixa”, quando há adulteração na bomba de combustível, que coloca menos produto no veículo do que informa o equipamento, lesando o consumidor.
A Bahia registrou 22% dos casos de bomba baixa, seguida de São Paulo, com 21%, Rio de Janeiro, 12%, e Minas Gerais, 11%. Vender ou armazenar produtos diferentes das especificações originais gerou 220 infrações. A gasolina registrou o maior número de não conformidades, totalizando 78 casos. A maior irregularidade foi o percentual de etanol fora do índice permitido.
Também houve fiscalização em revendedores de botijões de gás, totalizando 1.292 operações, que resultaram em 415 infrações. Por região, a ANP fez 3.470 ações de fiscalização no Sudeste, 1.704 no Nordeste, 1.132 no Centro-Oeste, 766 no Sul e 423 no Norte do país. Os dados podem ser acessados na íntegra na página da agência na internet (www.anp.gov.br).

Atividade econômica registrou queda no segundo trimestre

A atividade econômica continua em queda. De acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), houve retração de 1,89% no segundo trimestre deste ano, comparado com o período anterior - de janeiro a março. O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.
Em relação ao segundo trimestre de 2014, a retração chegou a 3,09%, segundo os dados sem ajustes, já que a comparação é feita entre períodos iguais. Em junho, o IBC-Br também registrou queda, de 0,58%, na comparação com maio (dado dessazonalizado). No primeiro semestre, houve queda de 2,58% e em 12 meses encerrados em junho, de 1,64%. De acordo com os dados sem ajuste, houve queda de 2,49% no primeiro semestre e de 1,61%, em 12 meses.
O indicador oficial sobre o desempenho da economia é o PIB, divulgado pelo IBGE. Na avaliação do mercado financeiro, o PIB deve ter queda de 2,01%, este ano (ABr).

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