Déficit primário deve chegar a R$ 70,751 bilhões

A projeção consta da pesquisa elaborada pelo Ministério da Fazenda.

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda esperam que o déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) termine este ano em R$ 70,751 bilhões ante os R$ 68,23 bilhões divulgados em janeiro

A projeção consta da terceira edição da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações de 30 instituições financeiras.
Para 2017, a estimativa de déficit passou de R$ 30,87 bilhões para R$ 42 bilhões. O resultado está bem distante da meta para este ano, que é de superávit primário, receitas maiores que despesas, excluídos gastos com juros, de 0,4% do PIB ou R$ 24 bilhões. A projeção das instituições financeiras para a arrecadação federal, este ano, caiu de R$ 1,25 trilhão para R$ 1,24 trilhão. Para 2017, a estimativa foi reduzida de R$ 1,40 trilhão para R$ 1,39 trilhão.
A estimativa para a receita líquida do governo central é R$ 1,11 trilhão este ano e R$ 1,2 trilhão, no próximo ano. Para as despesas, a expectativa é R$ 1,18 trilhão, este ano, e R$ 1,25 trilhão, em 2017. A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do governo central, que na avaliação das instituições financeiras, deve cair de 74% do PIB para 73,99% este ano. Para 2017, a estimativa mudou de 78,1% para 78,5% do PIB (ABr).

Comgás encerrou 2015 com 113 mil novos clientes

A Comgás também registrou alta no número de clientes comerciais e industriais.

A Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) encerrou o ano de 2015 com mais de 113 mil novos clientes, dos quais 112 mil somente no mercado residencial. Considerando o número de UDA´s (Unidade Domiciliar Autônoma), que mede cada residência atendida com gás natural, o crescimento nos últimos 12 meses foi de 7,7%, atingindo 1.557.411 residências. São 1.083.743 medidores conectados, número que inclui condomínios com medidores coletivos que atendem vários clientes com um único medidor.
A Comgás também registrou alta no número de clientes comerciais e industriais. Foram 1.128 novos comércios conectados, um crescimento de 8,2% frente a 2014. Já o número de clientes industriais subiu 4,2%, saindo de 1.056 em 2014 para 1.100 ao final de 2015. No quarto trimestre de 2015 (4T15), a Comgás registrou a conexão de 15 indústrias, 264 comércios e 23 mil residências. O crescimento dos volumes de consumo de gás natural para os segmentos residencial, comercial e cogeração foi de 1,6%, 3,0% e 3,2%, respectivamente.
“Enfrentamos um cenário desafiador em 2015 e a Companhia apresentou excelentes resultados operacionais e financeiros”, afirma o diretor-presidente e de Relações com Investidores da Comgás, Nelson Gomes. “Em 2016, a Companhia vai prosseguir nessa evolução. Nossas equipes estão muito motivadas para prestar serviços cada vez melhores e a Companhia seguirá expandindo sua rede de distribuição, levando os benefícios e as soluções do gás natural para um número ainda maior de clientes”, completou (Comgás).

 
 
Reajuste no transporte rodoviário semiurbano interestadual

As tarifas dos transportes rodoviários semiurbanos interestaduais serão reajustadas em 11,29% a partir deste domingo (21). O aumento, previsto em resolução publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) no Diário Oficial da União, vale para todo o território nacional e se aplica, também, no caso de municípios que são cortados por fronteiras internacionais.
São considerados “serviços de transporte rodoviário semiurbano interestadual” os transportes coletivos que, apesar de cruzarem unidades da federação, têm características urbanas, como uso de roletas, paradas em pontos e permissão para que os passageiros sejam transportados em pé. O percurso máximo deles é de 75 quilômetros.
De acordo com a resolução, o aumento será aplicado no chamado coeficiente tarifário vigente. Este valor de referência foi fixado em R$ 0,092557. Para se chegar ao valor da tarifa, faz-se um cálculo considerando o valor de referência e o número de passageiros por quilômetro.
Segundo a ANTT, os reajustes foram feitos em decorrência da “necessidade de manter o equilíbrio econômico-financeiro das permissionárias [empresas que têm permissão ou licença, autorizadas pela justiça] e autorizatárias [empresas autorizadas pela ANTT a prestar temporariamente o serviço, ainda que sem a realização de processo licitatório]” (ABr).

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