Venda de veículos novos cai 24,35% nesta 1ª quinzena

No acumulado do ano houve retração de 20,91%.

As vendas de veículos atingiram 175.716 unidades na primeira quinzena de novembro, queda de 24,35% em relação a igual período do ano anterior, informou a Fenabrave

A conta leva consideração automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários.
No acumulado do ano até a primeira quinzena de novembro, as vendas alcançaram 3.476.094 unidades, retração de 20,91% ante igual período do ano anterior. Por segmento, os automóveis e comerciais leves somaram 105.213 vendas na primeira metade de novembro, recuo de 31,17% sobre igual período de 2014. No acumulado do ano, a queda é de 31,17%. Em comparação com outubro, as vendas tiveram aumento de 9,01%.
Entre caminhões, foram 2.750 unidades vendidas, declínio de 59,69% na comparação anual e queda de 10,62% no confronto mensal; no acumulado do ano, recuo de 45,36%. As vendas de ônibus somaram 570 unidades, queda de 64,01% ante a primeira quinzena de novembro do ano passado e tombo de 10,84% em relação à primeira quinzena de outubro; no acumulado do ano, baixa de 35,46% (AE).

Setor de serviços teve queda de 4,8% em setembro

Os serviços profissionais tiveram destaque negativo.

O setor de serviços do país recuou 4,8%, em setembro de 2015, em comparação a setembro de 2014, informou pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, Roberto Saldanha, os serviços profissionais – que recuaram 8,1% - tiveram destaque no desempenho negativo dos serviços.
Saldanha acrescentou que, no âmbito dos serviços, houve uma queda ainda mais preocupante: os serviços técnicos profissionais, que caíram 16%. O gerente informou que esse baixo desempenho ocorreu em decorrência da desmobilização de serviços de engenharia, em setembro de 2015, envolvendo principalmente as áreas de petróleo e gás. Também contribuiu para a queda do setor o baixo desempenho dos serviços administrativos, que caíram 5,3% no mês. Essa queda, segundo Saldanha, ocorreu em razão da baixa atividade das empresas de segurança e limpeza.
A pesquisa mostra ainda que houve queda nos serviços auxiliares de transportes e correios. Esse segmento caiu 6,4% em setembro, em decorrência da retração do transporte rodoviário de cargas. A retração na área de transporte de carga foi originada, segundo o gerente do IBGE, pela baixa demanda da indústria (ABr).

Exportação de aves ao México deve triplicar

São Paulo – O Ministério da Agricultura confirmou ontem (17), que 15 frigoríficos de aves estão autorizados a exportar para o México. As plantas estão em Santa Catarina, Goiás, Paraná, São Paulo, Mato Grosso e Minas Gerais. Em nota, a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio, Tatiana Palermo, comemorou as autorizações. “Esse resultado importante reflete a conclusão da missão de auditoria do serviço de sanidade animal mexicano ao Brasil”, disse.
Segundo o ministério, a expectativa do setor privado é triplicar os embarques de aves para o México em 2016, o que pode variar entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões. De janeiro a outubro deste ano, as vendas do produto para aquele mercado somaram US$ 53 milhões. Na segunda-feira, 16, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) já havia adiantado a informação. “O trabalho liderado pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e a equipe do ministério agilizou este processo, que deverá representar excelentes frutos para as exportações brasileiras”, disse, em nota, o presidente da ABPA, Francisco Turra (AE).

IBGE aumenta PIB de 2012 e 2013 após revisão

O Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE) revisou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) - soma das riquezas produzidas no país - de 2012 e 2013. Em 2012, o crescimento do PIB foi revisado de 1,8% para 1,9%, enquanto, em 2013, o percentual passou de 2,7% para 3%.
A revisão ocorreu em razão da nova metodologia adotada pelo IBGE, que passou a incorporar novos dados do censo agropecuário e dos orçamentos das famílias brasileiras. Pelos novos dados, o PIB brasileiro chegou a R$ 4,8 trilhões em 2012 e a R$ 5,3 trilhões em 2013. Com isso, o PIB per capita, que é um indicador de qualidade de vida da população, passou a ter os seguintes valores: R$ 24.121, em 2012; e R$ 26.445, em 2013.
Já o valor adicionado bruto cresceu 1,6% em 2012 e 2,9% em 2013. Valor adicionado do PIB inclui bens e serviços consumidos no processo produtivo. As despesas de consumo final, que englobam os gastos das famílias e do governo para suprir necessidades individuais e coletivas, também cresceram 3,2% em 2012 e 3% em 2013 (ABr).

 

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