Mercado reduz de 3,84% para 3,81% estimativa da inflação para este ano

Boletim Focus, do Banco Central, traz estimativa de redução da inflação e projeção do PIB, que pode atingir 2,80%.

O mercado financeiro reduziu a projeção de inflação e aumentou a expectativa de crescimento da economia para este ano, de acordo com o boletim Focus, divulgado ontem (19) pelo Banco Central, em Brasília

A expectativa do mercado é que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - a inflação oficial do país - fique em 3,81% em 2018, uma redução em relação aos 3,84% projetados na semana passada. A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, deste ano aumentou, passando de 2,70% da semana passada para 2,80%. A expectativa do mercado para o crescimento da economia segue, no entanto, menor que a estimativa do governo, que estima um PIB de 3% para 2018. Para 2019, no entanto, as projeções foram mantidas em relação à última publicação. Para o mercado, a expectativa é que o PIB do ano que vem seja de 3%. A expectativa para a inflação foi mantida em 4,25%.
O Boletim Focus é lançado no início da semana com a média das expectativas de bancos, instituições financeiras, consultorias e empresas sobre os principais indicadores relacionados à economia brasileira, como os diversos índices de inflação, o Produto Interno Bruto, a taxa de câmbio e a taxa de juros básica da economia, a Selic.

Petrobras: mudanças na divulgação do preço do combustível

Os preços dos derivados são atrelados aos mercados internacionais e podem variar diariamente.

Para dar mais transparência à composição do preço final dos combustíveis, desde ontem (19) a Petrobras divulga o preço médio do litro da gasolina e do diesel nas refinarias e terminais do Brasil, sem incluir os tributos. Com o reajuste previsto para entrar em vigor hoje (20), o preço médio do litro da gasolina A, comercializado pela empresa, será de R$ 1,5148 e o do litro do diesel A será R$ 1,7369.
O valor médio nacional considera os preços à vista, sem encargos, praticados nos diversos pontos de venda em todo território nacional. Como a legislação garante a liberdade de preços no mercado, as revisões de preços feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor, de acordo com os repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis e derivados.
Segundo dados disponibilizados pela ANP, o preço médio da gasolina em outubro de 2016, quando foi adotada a nova política de preços da Petrobras, era de R$ 3,69 por litro. Em fevereiro de 2018, havia subido para R$ 4,23 o litro, uma variação de 54 centavos. Segundo a Petrobras, os ajustes feitos pela empresa respondem por 9 centavos desse total. No caso do diesel, o preço médio em outubro de 2016 era de R$ 3,05 por litro e agora está em R$ 3,40. Da variação de 35 centavos, os ajustes feitos pela Petrobras respondem por 12 centavos.
A estatal ressalta que não fez alterações na política de preços para diesel e gasolina. “Os preços dos derivados são atrelados aos mercados internacionais e podem variar diariamente, como outras commodities, a exemplo da soja, do trigo e do aço. De acordo com as cotações internacionais, pode haver manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias”, diz a nota da Petrobras (ABr).

Atividade econômica cresceu 1,04% em 2017

O nível de atividade econômica no país registrou crescimento de 1,04% em 2017, em comparação com 2016, segundo o Índice de Atividade Econômica BC (IBC-Br) divulgado ontem (19) pelo Banco Central (BC). O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que será divulgado em março.
O valor aproxima-se da projeção do governo para 2017, divulgada em dezembro do ano passado, de 1,1%. A expectativa do mercado financeiro, de acordo com o boletim Focus, do BC, é de 1%. Em dezembro, o nível de atividade econômica no país continuou a registrar crescimento, de 1,41% em relação a novembro. Esse foi o quarto mês seguido de alta do indicador. O crescimento mensal refere-se ao IBC-Br dessazonalizado, ou seja, ajustado para o período.
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o Banco Central a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice inclui informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos (ABr).

Mais artigos...

  1. Economia 17 a 19/02/2018
  2. Economia 16/02/2018
  3. Economia 15/02/2018
  4. Economia 10 a 14/02/2018
  5. Economia 09/02/2018
  6. Economia 08/02/2018
  7. Economia 07/02/218
  8. Economia 06/02/2018
  9. Economia 03 a 05/02/2018
  10. Economia 02/02/2018
  11. Economia 01/02/2018
  12. Economia 31/01/2018
  13. Economia 30/01/2018
  14. Economia 25 a 29/01/2018
  15. Economia 24/01/2018
  16. Economia 23/01/2018
  17. Economia 20 a 22/01/2018
  18. Economia 19/01/2018
  19. Economia 18/01/2018
  20. Economia 17/01/2018
  21. Economia 16/01/2018
  22. Economia 13 a 15/01/2018
  23. Economia 12/01/2018
  24. Economia 10/01/20181
  25. Economia 10/01/2018
  26. Economia 09/01/2018
  27. Economia 06 a 08/01/2018
  28. Economia 05/01/2018
  29. Economia 04/01/2018
  30. Economia 30/12/2017 a 02/01/2018
  31. Economia 29/12/2017
  32. Economia 28/12/2017
  33. Economia 27/12/2017
  34. Economia 23 a 26/12/2017
  35. Economia 22/12/2017
  36. Economia 21/12/2017
  37. Economia 20/12/2017
  38. Economia 19/12/2017
  39. Economia 16 a 18/12/2017
  40. Economia 15/12/2017
  41. Economia 14/12/2017
  42. Economia 13/12/2017
  43. Economia 12/12/2017
  44. Economia 09 a 11/12/2017
  45. Economia 08/12/2017
  46. Economia 07/12/2017
  47. Economia 06/12/2017
  48. Economia 05/12/2017
  49. Economia 02 a 04/12/2017
  50. Economia 01/12/2017
  51. Economia 30/11/2017
  52. Economia 29/11/2017
  53. Economia 28/11/2017
  54. Economia 24/11/2017
  55. Economia 23/11/2017
  56. Economia 22/11/2017
  57. Economia 18 a 21/11/2017
  58. Economia 17/11/2017
  59. Economia 15 e 16/11/2017
  60. Economia 14/11/2017
  61. Economia 11/11/2017
  62. Economia 10/11/2017
  63. Economia 09/11/2017
  64. Economia 08/11/2017
  65. Economia 07/11/2017
  66. Economia 02 a 06/11/2017
  67. Economia 01/11/2017
  68. Economia 31/10/2017
  69. Economia 28 a 30/10/2017
  70. Economia 27/10/2017
  71. Economia 26/10/2017
  72. Economia 25/10/2017
  73. Economia 24/10/2017
  74. Economia 21 a 23/10/2017
  75. Economia 20/10/2017
  76. Economia 19/10/2017
  77. Economia 18/10/2017
  78. Economia 17/10/2017
  79. Economia 12 a 16/10/2017
  80. Economia 11/10/2017
  81. Economia 10/10/2017
  82. Economia 07 a 09/10/2017
  83. Economia 06/10/2017
  84. Economia 05/10/2017
  85. Economia 04/10/2017
  86. Economia 03/10/2017
  87. Economia 30/09 a 02/10/2017
  88. Economia 29/09/2017
  89. Economia 28/09/2017
  90. Economia 27/09/2017
  91. Economia 26/09/2017
  92. Economia 23 a 25/09/2017
  93. Economia 22/09/2017
  94. Economia 21/09/2017
  95. Economia 20/09/2017
  96. Economia 19/09/2017
  97. Economia 16 a 18/09/2017
  98. Economia 15/09/2017
  99. Economia 14/09/2017
  100. Economia 13/09/2017
Mais Lidas