Contato: (11) 3043-4171

Conselho da TIM demite CEO e abre nova guerra de acionistas

O conselho de administração da operadora de telefonia italiana TIM revogou ontem (13) o mandato do CEO do grupo, Amos Genish, que estava no cargo desde julho de 2017.

Conselho temporario

Amos Genish, nomeado pela Vivendi, foi afastado pela Elliott. Foto: ANSA

Segundo fontes da empresa, Genish, que havia sido nomeado pelo grupo francês Vivendi, maior acionista da companhia, perdeu o apoio da gestora de recursos norte-americana Elliott, que controla o conselho de administração.

O cargo de CEO será assumido interinamente pelo presidente da TIM, Fulvio Conti, até 18 de novembro, quando o conselho se reunirá novamente para definir o substituto de Genish. Por meio de uma nota, a empresa agradeceu ao executivo pelo "trabalho desenvolvido no interesse da sociedade e de todos os seus stakeholders".

A demissão chega poucos dias depois da divulgação dos resultados da TIM no terceiro trimestre, que mostraram um prejuízo acumulado de 800 milhões de euros nos nove primeiros meses de 2018 após a decisão do conselho de desvalorizar seu aviamento (lucro potencial) em 2 bilhões de euros.

Para a Vivendi, essa decisão é uma forma de tentar "desestabilizar" a operadora. No início de maio, quando a Elliott venceu a disputa para controlar o conselho da TIM, o grupo francês já a havia acusado de querer "desmantelar" a empresa. A Vivendi deve pedir a convocação de uma nova assembleia de sócios para tentar retomar a maioria no conselho de administração (ANSA).

Volume de vendas do varejo caiu 1,3% em setembro

Volume temporario

A média móvel do trimestre encerrado em setembro desacelerou de 0,5% para 0,1%. Foto: Marcelo Camargo/ABr/EBC

Agência Brasil

O volume de vendas do comércio varejista teve queda de 1,3% em setembro, na comparação com agosto, divulgou ontem (13) o IBGE. O resultado representa uma perda de ritmo, depois que as vendas subiram 2% no mês anterior. A média móvel do trimestre encerrado em setembro desacelerou de 0,5% para 0,1%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio e estão ajustados sazonalmente.

Na série sem ajuste sazonal, a comparação com setembro do ano anterior mostra estabilidade, com uma variação positiva de 0,1%. O terceiro trimestre de 2018 teve uma alta 1% em relação ao mesmo período do ano passado, e o ano de 2018 acumula alta de 2,3% na comparação com os mesmos meses do ano anterior. Nos últimos doze meses, o comércio varejista acumula uma alta de vendas de 2,8% no período encerrado em setembro. No ano fechado em agosto, a alta havia sido de 3,3%.

Seis das oito atividades do comércio varejista tiveram queda em setembro. A venda de combustíveis e lubrificantes recuou 2% em relação a agosto, e a dos hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo caiu 1,2%. Tiveram resultados positivos no volume de vendas os setores de móveis e eletrodomésticos (2%) e tecidos, vestuário e calçados (0,6%).

O varejo ampliado, que inclui todas as atividades do varejo comum mais materiais de construção, veículos, motos, partes e peças teve um recuo de 1,5% em setembro ante agosto, mas cresceu 2,2% em relação a setembro de 2017. A alta foi a décima sétima taxa positiva seguida na comparação interanual. O volume de vendas dos materiais de construção teve queda de 1,7% em setembro, na comparação com agosto. Já os Veículos, motos, partes e peças teve estabilidade, com variação negativa de 0,1%.

A queda de vendas em relação a agosto foi registrada em 16 das 27 unidades da federação. A maior retração foi na Paraíba, de -6,4%, e em Minas Gerais, de -3,1%. Entre os 11 estados que tiveram crescimento no volume de vendas, os destaques foram Rondônia, com 8,4%, Tocantins, com 2,9%, e Acre, com 2,1%. No comércio varejista ampliado, diminui para oito o número de estados que tiveram recuo no volume de vendas. Entre essas unidade da federação estão Paraíba (-4,9%), Rio de Janeiro (-3,3%) e São Paulo (-1,1%).

Efetivação de trabalhadores temporários pode chegar a 15%

A estimativa de oferta de vagas temporárias pelo comércio brasileiro para este fim de ano é positiva e pode chegar a um aumento de 5% em relação a 2017. Já a taxa de efetivação desses trabalhadores pode alcançar 15%, o maior patamar dos últimos três anos. Essa é a expectativa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

“Essa previsão de crescimento se deve ao maior otimismo do comércio diante das estratégias econômicas delineadas pelo próximo governo. Com isso, o setor acredita em uma arrancada da economia em 2019 e do retorno do cenário que se apresentou no País antes da imersão na crise”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP.

O otimismo do varejo, segundo ele, tem sido puxado pela melhora da confiança do consumidor. “Pelo que vimos em anos anteriores, quando a confiança cresce e as lojas vendem seus estoques no Natal, o ano seguinte já começa com números bons na indústria, o que estimula a efetivação de trabalhadores temporários” (AI/ACSP).

Eletrobras tem prejuízo de R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre

Agência Brasil

A Eletrobras registrou prejuízo líquido de R$ 1,613 bilhão no terceiro trimestre, depois do lucro líquido de R$ 550 milhões em igual período de 2017. O resultado, de acordo com balanço divulgado na noite de segunda-feira (12) pela companhia, foi impactado principalmente pelas reservas para imprevistos no montante de R$ 2,201 bilhões, com destaque para R$ 1,518 bilhão de empréstimos compulsórios.

O segmento de distribuição também contribuiu negativamente, registrando prejuízo de R$ 998 milhões no terceiro trimestre. Os segmentos de geração e de transmissão apresentaram lucro de R$ 832 milhões e R$ 103 milhões no período, respectivamente. Há ainda R$ 2,8 bi de passivo, referentes à venda das distribuidoras Cepisa, Ceron, Boa Vista Energia e Eletroacre, que poderão ser revertidos no quarto trimestre, destacou a empresa.

No resultado acumulado de nove meses, a Eletrobras apresentou um lucro líquido de R$ 1,275 bilhão, em comparação com R$ 2,272 bilhões nos nove meses de 2017. Os segmentos de geração e transmissão apresentaram lucro de R$ 2,518 bilhões e R$ 1.629 bilhão, respectivamente, enquanto o segmento de distribuição apresentou prejuízo de R$ 2,002 bilhões.

Mais artigos...

  1. Economia 13/11/2018
  2. Economia 10 a 12/11/2018
  3. Economia 09/11/2018
  4. Economia 08/11/2018
  5. Economia 07/11/2018
  6. Economia 06/11/2018
  7. Economia 02 a 05/11/2018
  8. Economia 01/11/2018
  9. Economia 31/10/2018
  10. Economia 30/10/201/8
  11. Economia 27 a 29/10/2018
  12. Economia 26/10/2018
  13. Economia 25/10/2018
  14. Economia 24/10/2018
  15. Economia 23/10/2018
  16. Economia 20 a 22/10/2018
  17. Economia 19/10/2018
  18. Economia 18/10/2018
  19. Economia 17/10/2018
  20. Economia 16/10/2018
  21. Economia 12 a 15/10/2018
  22. Economia 11/10/2018
  23. Economia 10/10/2018
  24. Economia 09/10/2018
  25. Economia 06 a 08/10/2018
  26. Economia 05/10/2018
  27. Economia 04/10/2018
  28. Economia 02/10/2018
  29. Economia 29/09 a 01/10/2018
  30. Economia 28/09/2018
  31. Economia 27/09/2018
  32. Economia 26/09/2018
  33. Economia 25/09/2018
  34. Economia 22 a 24/09/2018
  35. Economia 21/09/2018
  36. Economia 20/09/2018
  37. Economia 19/09/2018
  38. Economia 18/09/2018
  39. Economia 15 a 17/09/2018
  40. Economia 14/09/2018
  41. Economia 13/09/2018
  42. Economia 12/09/2018
  43. Economia 11/09/2018
  44. Economia 07 a 10/09/2018
  45. Economia 06/09/2018
  46. Economia 05/09/2018
  47. Economia 04/09/2018
  48. Economia 01 a 03/09/2018
  49. Economia 31/08/2018
  50. Economia 30/08/2018
  51. Economia 29/08/2018
  52. Economia 28/08/2018
  53. Economia
  54. Economia 24/08/2018
  55. Economia 23/08/2018
  56. Economia 22/08/2018
  57. Economia 21/08/2018
  58. Economia 18 a 20/08/2018
  59. Economia 16/08/2018
  60. Economia 15/08/2018
  61. Economia 14/08/2018
  62. Economia 11 a 13/08/2018
  63. Economia 10/08/2018
  64. Economia 09/08/2018
  65. Economia 08/08/2018
  66. Mercado financeiro mantém estimativa de inflação em 4,11%
  67. Economia 04 a 06/08/2018
  68. Economia 03/08/2018
  69. Economia 02/08/2018
  70. Economia 01/08/2018
  71. Economia 31/07/2018
  72. Economia 28 a 30/05/2018
  73. Economia 27/07/2018
  74. Economia 26/07/2018
  75. Economia 25/07/2018
  76. Economia 24/07/2018
  77. Economia 21 a 23/07/2018
  78. Economia 20/07/2018
  79. Economia 19/07/2018
  80. Economia 18/07/2018
  81. Economia 17/07/2018
  82. Economia 14 a 16/07/2018
  83. Economia 13/08/2018
  84. Economia 12/07/2018
  85. Economia 11/07/2018
  86. Economia 07 a 10/07/018
  87. Economia 06/07/2018
  88. Economia 05/07/2018
  89. Economia 04/07/2018
  90. Economia 03/07/2018
  91. Economia 30/06 a 02/07/2018
  92. Economia 29/06/2018
  93. Economia 28/06/2018
  94. Economia 27/06/2018
  95. Economia 26/06/2018
  96. Economia 23 a 25/06/2018
  97. Economia 22/06/2018
  98. Economia 21/06/2018
  99. Economia 20/06/2018
  100. Economia 19/06/2018

Rua Vergueiro, 2949, 12º andar – cjto 121/122
04101-300 – Vila Mariana – São Paulo - SP

Contato: (11) 3043-4171