Serasa lança score de crédito gratuito para o consumidor

O score é uma ferramenta já disseminada nas maiores economias do mundo.

Os brasileiros já podem conhecer gratuitamente seu Serasa Score, pontuação que resulta do relacionamento do consumidor com o mercado

O score, disponível no site (www.serasascore.com.br), vai de 0 a 1.000 pontos. Cada usuário é pontuado de acordo com a análise de uma série de fatores, como pagamentos de contas em dia, histórico de dívidas negativadas, relacionamento financeiro com empresas e dados cadastrais atualizados.
Quanto mais alto o score, maiores são as chances de o cidadão honrar compromissos financeiros nos próximos 12 meses e ter acesso facilitado ao mercado de crédito. As empresas podem usar a pontuação como uma informação adicional para a tomada de decisão no momento de concessão de financiamentos, além de suas próprias informações para compor sua política de crédito.
O Serasa Score é um dos modelos estatísticos existentes no mercado para a análise de risco de crédito. As empresas podem utilizar outros que são desenvolvidos de acordo com as suas necessidades. O score para o consumidor é uma ferramenta já disseminada nas maiores economias do mundo. “O ideal é que o consumidor trate o score da mesma forma como trata o seu histórico profissional, onde os últimos cargos ocupados pelo profissional pesam mais na avaliação do empregador. No Serasa Score, quanto mais tempo você tiver sem negativação, melhor sua pontuação”, enfatiza José Luiz Rossi, presidente da Serasa Experian.

Inflação para famílias com renda até 2,5 salários é de 4,24%

Alimentos ficaram mais caros passando de uma deflação de 0,45% para uma inflação de 0,60.

Em todo o país, o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, ficou em 0,56% em março. A taxa é superior ao 0,07% de fevereiro. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IPC-C1 acumula taxas de 1,18% no ano e 4,24% em 12 meses.
A taxa do IPC-C1 em março ficou abaixo do Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda e que ficou em 0,47% naquele mês. No acumulado de 12 meses, no entanto, a taxa do IPC-C1 ficou abaixo dos 4,55% do IPC-BR.
O avanço do IPC-C1 entre fevereiro e março foi impulsionado por acréscimos nas taxas de cinco das oito classes de despesa que compõem o índice, com destaque para alimentação, que passou de uma deflação (queda de preços) de 0,45% para uma inflação de 0,60%, e para habitação, cuja taxa cresceu de 0,27% para 1,22%.
Também tiveram alta na taxa do IPC-C1, as classes de despesa saúde e cuidados pessoais (de 0,32% para 0,61%), vestuário (de -0,37% para 0,11%) e despesas diversas (de 0,36% para 1,01%). Três classes de despesa tiveram queda na taxa: transportes (de 0,72% para -0,15%), comunicação (de -0,02% para -1,53%) e educação, leitura e recreação (de 0,67% para -0,19%) (ABr).

Pedidos de falência caem 9,9% no 1º trimestre

Os pedidos de falência caíram 9,9% no acumulado trimestral em relação ao mesmo período de 2016, segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Mantida a base de comparação, as falências decretadas subiram 7,6%, enquanto para os pedidos de recuperação judicial e recuperações judiciais deferidas houve quedas de 15,2% e 10,2%, respectivamente.
Seguindo a tendência esperada pela Boa Vista SCPC, os indicadores seguiram desacelerando quando observados pelos valores acumulados em 12 meses. Passado o período de intensa retração da atividade econômica, redução do consumo, restrição e encarecimento do crédito, entre outros fatores, as empresas passam agora a esboçar sinais mais sólidos dos indicadores de solvência, fato que deverá continuar, caso confirmado o cenário econômico mais benigno esperado pelo mercado.
As pequenas empresas representaram cerca de 88% dos pedidos de falências e 92% das falências decretadas. Tanto nos pedidos de recuperação judicial como nas recuperações judiciais deferidas, as pequenas empresas também correspondem ao maior percentual, ambas com 93% da totalidade de casos (BV/SCPC).

Vendas do varejo ficam estáveis em março

Movimento do comércio paulistano ficou praticamente estável frente a março de 2016, com leve recuo de 0,3%; primeiro trimestre de 2017 registrou queda de 3,8%, desempenho melhor do que em janeiro (-5%) e fevereiro (-6,6%). O Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) aponta que, em março, o movimento de vendas do varejo paulistano ficou praticamente estável frente a março de 2016, com leve recuo de 0,3%.
Já no primeiro trimestre, o comércio da cidade registrou queda de 3,8% em relação a igual período do ano passado. Os números se referem à média dos dois sistemas (à vista e a prazo). Os desempenhos de março e do trimestre foram beneficiados pelo dia útil a mais em relação a 2016 e pela base fraca de comparação, visto que as quedas foram de 14,5% e de 14,1% nos dois períodos, respectivamente, no ano passado.
“Os dados refletem o andamento do varejo, que vem registrando retrações cada vez menores. O setor está se recuperando. Menos rapidamente do que gostaríamos, mas está se recuperando”, diz Emílio Alfieri, economista da ACSP. Em janeiro e fevereiro, as quedas médias foram de 5% e de 6,6%, respectivamente. “Embora seja clara a tendência de estabilização e alta do varejo – em especial por causa dos cortes na taxa de juros –, não significa que deixaremos de ver números negativos no curto prazo”, pondera Alfieri.