Índice que reajusta o aluguel varia 7,17% em 12 meses

O IGP-M apresentou variação acumulada de 7,17% entre janeiro e dezembro.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que reajusta os alugueis, apresentou variação acumulada de 7,17% entre janeiro e dezembro

Em 2015, no mesmo período, a alta foi de 10,54%. Os dados foram divulgados pela Fundação Getúlio Vargas. Este mês, a alta foi de 0,54% e, em dezembro do ano passado, a variação havia sido de 0,49%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 0,69%. No mês anterior, a taxa foi de -0,16%.
O Índice de Bens Finais variou -0,26% em dezembro. Em novembro, este grupo de produtos mostrou variação de -0,82%. Contribuiu para o avanço o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de -8,90% para -5,04%. No grupo Bens Intermediários, o índice variou 0,53%. Em novembro, a taxa foi de -0,43%. O principal responsável por este resultado foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de -3,82% para -0,51%.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,20%, em dezembro, ante 0,26%, em novembro. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo habitação (0,26% para -0,62%).
Apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (0,53% para 0,45%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,63% para 0,60%) e Comunicação (0,40% para 0,12%).
Em contrapartida, apresentaram acréscimo os grupos: Alimentação (-0,07% para 0,21%), Educação, Leitura e Recreação (0,32% para 1,16%), Despesas Diversas (0,14% para 1,04%) e Vestuário (0,14% para 0,36%). O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em dezembro, taxa de variação de 0,36%. No mês anterior, este índice variou 0,17%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,15%. No mês anterior, a taxa havia sido de -0,05% (ABr).

Correios distribuirão medicamentos para o SUS

Os Correios passam a gerenciar o serviço no Ministério da Saúde a partir do dia 24 de fevereiro.

O Ministério da Saúde acaba de fechar novo contrato para transporte de medicamentos e outros produtos do SUS. Quem assume esse serviço agora é a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos que apresentou preço menor. A mudança deve reduzir o custo para entrega dos insumos de saúde em todo território nacional.
Para a contratação da nova prestadora de serviço, o Ministério da Saúde ficou atento às novas oportunidades, com o objetivo de seguir os princípios da economicidade, vantajosidade, eficiência e eficácia nas novas contratações realizadas pela pasta. A medida é mais uma estratégia da gestão do ministro Ricardo Barros para melhorar a gestão e aumentar a eficácia do serviço prestado.
Os Correios passam a gerenciar o serviço no Ministério da Saúde a partir do dia 24 de fevereiro. A empresa fica responsável por realizar o transporte aéreo e terrestre para o fornecimento de insumos estratégicos de saúde, medicamentos e termolábeis – perecíveis ou não – biológicos ou não; vacinas; soros; kits calamidade; equipamentos; hospitais de campanha; geradores; alimentos, entre outros.
A instituição, além de ser uma empresa pública, apresenta um comprometimento em oferecer serviços de qualidade, que atendam plenamente às necessidades dos clientes (Ag.Saúde).

Cuba pede investimento estrangeiro

O presidente de Cuba, Raul Castro, apelou para o aumento do investimento estrangeiro e da austeridade para atingir um crescimento econômico de 2% em 2017, após não conseguir alcançar as previsões para este ano. Durante discurso que fechou a última sessão plenária da Assembleia Popular Nacional, Castro disse que “no meio das dificuldades continuaremos a executar programas de investimento com base no desenvolvimento sustentável da economia nacional”.
Segundo ele, para Cuba alcançar o crescimento econômico em 2017 é preciso garantir as exportações, bem como sua cobrança, aumentar a produção local para substituir importações, reduzir os gastos que não são imprescindíveis e usar racional e eficientemente os recursos disponíveis. Após pedir aumento de investimento estrangeiro na Ilha, Castro ainda expressou insatisfação com o progresso da área considerada vital para a economia cubana. Ele afirmou que tem acontecido “atrasos excessivos e frequentes nos processos de negociação”.
O presidente cubano também defendeu o fim da “mentalidade ultrapassada e intolerante” contra o capital estrangeiro e “repleta de falsos medos”. Para o orçamento de 2017, o cubano advertiu que “persistem as tensões financeiras e desafios” que poderão “incendiar-se” em determinadas circunstâncias. No entanto, Castro não descartou que a economia cubana possa “crescer” e que o PIB aumente moderadamente em 2%, após ter diminuído 0,9% em 2016, representando a primeira recessão registrada na Ilha em 23 anos (ANSA).

Desemprego pode cair a partir do 2º semestre

Brasília - O presidente Michel Temer afirmou acreditar que a partir do segundo semestre do ano que vem o desemprego comece a cair. “Não quero iludir ninguém, mas esse será um tema que começará a ser efetivado, consolidado, (...) pensando o que temos de projeções, que a partir do segundo semestre do ano que vem é muito provável que o desemprego venha a cair em função das medidas que nós estamos tomando”, disse.
Segundo Temer, o governo sabe da “angústia do desemprego”. “É uma coisa que perturba as pessoas no nosso país. Cria sentimento de instabilidade muito grande”, afirmou. Ao fazer um balanço das ações de governo, Temer disse que “2017 será efetivamente um ano novo e não será a continuação de 2016” e que o Executivo começou o combate à recessão, que deve continuar apenas no começo de 2017.
“Mas 2017 será efetivamente o ano novo, será um ano que, se Deus quiser, vamos vencer a crise, e vencendo a crise, saindo da recessão, obtendo crescimento, naturalmente você tem a empregabilidade”, disse. O presidente pediu ainda uma mentalização positiva aos brasileiros na virada do ano (AE).