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IGP-10 tem alta de 1,88% em outubro, mostra FGV

O grupo alimentação apresentou acréscimo de -0,33% para 0,58% de setembro para outubro.

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) fechou outubro em alta, em relação a setembro, ao chegar a 1,88%, crescimento de 1,27% na comparação aos 0,61% da taxa de setembro

Os dados foram divulgados pelo Ibre/FGV. Com essa alta, o IGP-10 fechou os primeiros dez meses do ano com alta acumulada de 7,88%. Em 12 meses, o IGP-10 acumula alta de 9,83%. Em agosto do ano passado, o índice registrou 0,02% de alta.
Segundo a FGV, em outubro, o IGP-10 foi fortemente influenciado pelos preços ao produtor. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que tem peso de 60% na composição do IGP-10, variou 2,62%, em outubro. Em setembro, a variação foi de 0,82%. Os Bens Finais registraram taxa de variação de 1,47%, em outubro, ante 0,10%, em setembro. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,91% para 2,85%.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% na formação do IGP-10, registrou variação de 0,59%, em outubro, ante 0,15%, em setembro. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo alimentação (-0,33% para 0,58%). Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos saúde e cuidados pessoais (0,65% para 0,52%), comunicação (0,36% para 0,19%) e despesas diversas (0,21% para 0,08%) (ABr).

Atividade econômica caiu 0,76% em agosto

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira a cada mês.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou queda de 0,76% em agosto, na comparação com julho. Esse dado é dessazonalizado (ajustado para o período). De acordo com os dados revisados em julho, comparado ao mês anterior, a atividade econômica ficou praticamente estável (-0,01%). Neste ano, houve crescimento somente em maio (0,03%) e em fevereiro (0,57%).
Em agosto, comparado ao mesmo mês de 2014, houve de queda de 4,47%, de acordo os dados sem ajustes, pois a comparação é feita entre meses iguais. Nos oito meses do ano, em relação ao igual período de 2014, houve queda de 2,99%. Em 12 meses encerrados em agosto, a retração chegou a 2,16% (dados sem ajuste).
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira a cada mês. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o PIB, elaborado pelo IBGE e divulgado trimestralmente. Na avaliação do mercado financeiro, o PIB deve ter queda de 2,97%, este ano (ABr).

Indicador de tendência econômica cai 1,4%

O Indicador Antecedente Composto da Economia (Iace) para o Brasil, que agrega componentes econômicos para medir a atividade econômica do país, caiu 1,4% em setembro, para 86,2 pontos. O dado foi divulgado pelo Ibre/FGV e pela instituição The Conference Board.
Segundo o levantamento, seis das oito variáveis integrantes do indicador contribuíram negativamente para o resultado: os índices de Expectativas do Consumidor, da Indústria, do Setor de Serviços, a Taxa Referencial de Swaps, o Índice de Produção Física de Bens de Consumo Duráveis, e o Ibovespa.
“A queda do Iace continuou forte em setembro, sugerindo ser improvável um arrefecimento do quadro recessivo atual no futuro próximo. Com a tendência declinante do consumo doméstico, o momento ainda desfavorável para a demanda externa e a persistência de incertezas acerca do ajuste fiscal, a recuperação da economia brasileira continua enfrentando obstáculos consideráveis”, disse o economista da FGV Paulo Picchetti.
Em contrapartida, o Indicador Coincidente Composto da Economia do Brasil, que mede as condições econômicas atuais, mostrou pequena melhora: avançou 0,2% em agosto, registrando 101,7 pontos. Em agosto, houve recuo de 0,7% e, em julho, de 0,3% (ABr).

BNDES aumenta em 5% investimentos em infraestrutura

O setor de infraestrutura foi um dos menos impactados com as reduções de financiamentos do BNDES. Mesmo diante da queda de desembolsos prevista para esse ano, o setor vai receber mais recursos que em anos anteriores, com aumento de 5% em relação à 2014. A informação é do diretor de Planejamento Econômico do BNDES, João Carlos Ferraz.
Segundo ele, o aumento dos desembolsos em infraestrutura refletem o potencial da economia brasileira e miram no crescimento sustentado, com oportunidades competitivas de baixo risco para os empresários.
João Ferraz aposta no mercado interno, exportações e infraestrutura como “vetores do crescimento” no país. Para ele, a alavancagem da economia brasileira é uma questão de tempo.
O setor de infraestrutura ajuda a criar condições para o crescimento da economia. Financiando obras de empresas brasileiras na África e a na América Latina, como o metrô de Caracas, na Venezuela, e o porto Mariel, em Cuba, o BNDES também movimenta a economia no Brasil, acresentou o diretor. Ele disse aos empresários que as criticas a esses financiamentos são “ideológicas” (ABr).

 

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