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Em vigor o aumento do limite de financiamento de imóveis

A elevação dos limites de financiamento de imóveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) começou a valer.

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A antecipação do novo teto foi uma demanda dos próprios bancos. A medida é relevante para o mercado como um todo. Foto: Arquivo/ABr

A medida estava prevista para entrar em vigor em janeiro, mas a antecipação foi definida durante reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). Com a medida, os mutuários poderão financiar imóveis de até R$ 1,5 milhão com juros menores que as taxas de mercado, em todo o país.

Atualmente o teto para financiamentos do SFH corresponde a R$ 950 mil nos estados do Rio, São Paulo, Minas e no DF. Nas demais localidades do país, o limite de financiamento é R$ 800 mil. Concedidos com recursos do FGTS e da poupança, os financiamentos do SFH cobram juros de até 12% ao ano. Acima desses valores, valem as normas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com taxas mais altas e definidas livremente pelo mercado.

O chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro, João André Pereira, disse que a antecipação do novo teto foi uma demanda dos próprios bancos, que não precisarão atualizar os sistemas para se adaptar à elevação do limite, e que a medida é relevante para o mercado como um todo. Em novembro de 2016, o CMN tinha reajustado o teto de financiamento de imóveis pelo SFH de R$ 650 mil para R$ 800 mil na maior parte do país, e de R$ 750 mil para R$ 950 mil no DF, em Minas, no Rio e em São Paulo.

Em fevereiro do ano passado, o limite foi reajustado para R$ 1,5 milhão por unidade em todas as regiões do país, valor que vigorou até o fim do ano passado. Em janeiro deste ano, tinham passado a valer o teto anterior, de R$ 950 mil para quatro unidades da Federação, e de R$ 750 mil no restante do país. A restauração do limite de R$ 1,5 milhão tinha sido anunciada no fim de julho, para entrar em vigor em janeiro. Segundo o BC, o novo teto unificado será permanente.

Inflação do aluguel é de 10,79% em 12 meses

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 Foto: Reprodução/Internet

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, acumula 10,79% em 12 meses, segundo dados de outubro. Em outubro do ano passado, a taxa em 12 meses era de apenas 1,41%. Os dados foram divulgados ontem (30), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Considerando-se apenas outubro deste ano, a taxa ficou em 0,89%, inferior ao 1,52% de setembro. A queda foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que anotou uma taxa de 1,11% em outubro, bem abaixo dos 2,24% de setembro.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, teve um aumento da taxa, ao passar de 0,28% em setembro para 0,51% em outubro. O mesmo aconteceu com o Índice Nacional de Custo da Construção, cuja taxa de inflação subiu de 0,17% para 0,33%.

Confiança dos empresários cresceu em outubro

Agência Brasil

O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,9 ponto em outubro e chegou a 90,7 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. O indicador é calculado com base em entrevistas com empresários da indústria, comércio, serviços e construção civil.

O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no momento presente, caiu 0,3 ponto, para 87,6 pontos, mas o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, avançou 0,4 ponto, para 96,6 pontos. Entre os setores, houve recuo da confiança apenas entre os empresários da indústria (2 pontos). Os empresários do comércio foram os que apresentaram maior crescimento da confiança: 3,8 pontos.

CNI: enfraquecer Mercosul é 'favorecer' a China

Brasília (AE) - O novo governo do Brasil precisa priorizar e fortalecer o Mercosul, sob pena de favorecer ainda mais as exportações da China. Esse é o alerta feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em nota divulgada ontem (30).

"Se o governo brasileiro não der prioridade ao Mercosul, ou ainda pior, se reduzir a Tarifa Externa Comum de forma unilateral, o único ganhador é a China, que já vem tomando o mercado brasileiro em toda a América do Sul", diz a nota divulgada pela CNI. "Pequenas e médias empresas, que exportam mais para esses países, serão as mais afetadas."

A CNI lembra que a Constituição estabelece, em seu artigo 4º, os princípios de atuação do Brasil nas relações internacionais. Entre eles, está a integração econômica dos países da América Latina. Em seu discurso após a divulgação do resultado das urnas, Jair Bolsonaro repetiu que obedecerá à Constituição.

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