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Italiana Protom compra empresa brasileira em SP

O grupo italiano de engenharia avançada e TI Protom comprou a empresa brasileira Ambra Solutions, que oferece soluções para os setores aeroespacial e automotivo e tem sede em São José dos Campos.

Italiana temproario

Ambra Solutions fica no polo aeroespacial de São José dos Campos. Foto: Ambra Solutions

A operação contou com financiamento da Simest, que, junto com a Sace, constitui o polo de exportação e internacionalização do Grupo Cassa Depositi e Prestiti (CDP), controlado pelo governo da Itália. O apoio também permitiu à Protom abrir uma sede comercial no Brasil.

"O Brasil é um país com potencial altíssimo, em forte recuperação, após anos de crises e instabilidade econômica", declarou o presidente da Protom, Fabio De Felice, acrescentando que o polo aeroespacial de São José dos Campos é "reconhecido em nível global". "Posicionar-se aqui é, para a Protom, um objetivo de forte valor estratégico", declarou. Segundo o gerente da empresa no Brasil, Giuliano Di Paola, a Ambra atraiu atenção devido à "compatibilidade de seus serviços com o know-how" oferecido pelo grupo italiano.

"Um benefício duplo surgirá desta união: a Protom poderá entrar em contato com os clientes históricos da Ambra, empresas de grande importância no mundo da engenharia de transportes, como Embraer, Mercedes, Avibras, Safran e UTC-Goodrich; ao mesmo tempo, as novas e amplas competências introduzidas pela Protom possibilitarão ampliar a oferta e aproveitar as oportunidades de um mercado em forte recuperação como o brasileiro", disse.

Os negócios atuais do grupo italiano são baseados em duas linhas técnicas: tecnologia da informação voltada para a realização de projetos, produtos e serviços com alto valor agregado no campo da transformação digital, e engenharia avançada no segmento de transportes (ANSA).

Caíram os pedidos de recuperações judiciais

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As dificuldades financeiras das empresas brasileiras persistem. Foto: BernardaSv/Thinkstock

De acordo com Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, em agosto foram feitos 132 pedidos, queda de 23,3% em relação ao mesmo mês de 2017. Já em relação a julho, houve crescimento de 36,1%. As micro e pequenas empresas lideraram os requerimentos de recuperação judicial em agosto, com 74 pedidos, seguidas pelas médias (33) e pelas grandes empresas (25).

No acumulado de janeiro a agosto, foram requeridos 982 pedidos de recuperações judiciais, queda de 0,4% na comparação com o mesmo período de 2017. De janeiro a agosto de 2017, foram 986 ocorrências contra 1.235 em 2016. Nestes oito meses de 2018, as micro e pequenas empresas tiveram 600 pedidos, seguidas pelas médias (229) e pelas grandes empresas (153).

O Indicador também verificou queda de 7,3% no número de requerimentos de falências em agosto na relação com o mesmo mês de 2017 (153 contra 165). Já na comparação com julho, houve aumento de 20,5%. Na verificação mensal de agosto, as MPEs também ficaram na frente com 74 requerimentos, seguidas pelas médias empresas, com 40, e as grandes com 39. De janeiro a agosto, foram realizados 966 pedidos de falência em todo o país, queda de 16,1% em relação aos 1.151 requerimentos efetuados no mesmo período em 2017.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a quantidade de pedidos de recuperações judiciais acumulada no ano se mantém elevada e praticamente nos mesmos patamares do ano anterior, sinalizando que as dificuldades financeiras das empresas brasileiras persistem perante um quadro de baixíssimo dinamismo econômico (Serasa Experian).

Preços de commodities subiram 0,83% em agosto

Agência Brasil

Os preços das commodities, produtos primários com cotação internacional, subiram em agosto. O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), registrou alta de 0,83% na comparação com julho. Em 12 meses encerrados em agosto, o índice teve crescimento de 28,82% e, no acumulado do ano, alta de 17,11%.

O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços no Brasil. Em agosto, o segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) apresentou alta de 2,51%. No caso dos metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo, níquel, ouro e prata), houve queda de 0,72%.

O segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz, carne de porco, cacau e suco de laranja) anotou alta de 0,61%, no mês. O índice internacional de preços de commodities CRB, calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou queda de 1,15% no mês passado, alta de 15,97% no acumulado do ano e crescimento de 18,84% em 12 meses.

 
 
 
 

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