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Petrobras prevê US$ 15 bilhões de investimentos este ano

Os investimentos da Petrobras este ano deverão totalizar US$ 15 bilhões, volume US$ 2 bilhões menor que os US$ 17 bilhões previstos inicialmente.

Petrobras temproario

Presidente da estatal, Ivan Monteiro. Foto: Ag.O Globo

Ao dar esta informação, o presidente da estatal, Ivan Monteiro, disse que a empresa manterá o investimento de US$ 74,5 bilhões previstos no planejamento estratégico para os próximos 5 anos, “tendo em vista os resultados alcançados e o monitoramento constante do Plano de Negócios e Gestão 2018-2022”.

Em reais, foram investidos neste último trimestre do ano pouco mais de R$ 11 bilhões, resultado 1,23% menor do que em igual período do ano passado, mas 14% superior ao do primeiro trimestre deste ano. A maior parte dos investimentos foi direcionada à área de exploração e produção (E&P), que recebeu R$ 9,717 bilhões neste segundo trimestre, seguido da área de abastecimento e refino, cujos investimentos totalizaram R$ 930 milhões, queda de 12% em relação ao segundo trimestre do ano passado.

Com a entrada em operação de novos sistemas, a Petrobras deverá fechar o ano com uma produção média de 2,7 milhões de barris de petróleo equivalente por dia (petróleo e gás natural). De acordo com a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, em razão da entrada neste segundo semestre de quatro novas unidades flutuantes, que produzem, armazenam e escoam petróleo, a curva de produção da estatal deverá dar um salto a partir do quarto trimestre.

A Petrobras já colocou em operação este ano outras duas unidades, ambas já em início gradativo de produção. Ao final de 2018, a Petrobras deverá ter colocado em operação seis novos sistemas de produção (ABr).

Dia dos Pais deve movimentar quase R$ 14 bilhões no varejo

Dia dos temproario

Consumidor brasileiro vai desembolsar quase R$ 150 com presentes. Foto: Divulgação

Embora os brasileiros ainda estejam sensíveis aos efeitos da lenta recuperação econômica e do desemprego, a maioria (61%) dos consumidores deve ir às compras neste Dia dos Pais – o dado é levemente superior aos 55% de entrevistados que realizaram compras na mesma data do ano passado.

A conclusão é de um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Ao todo, a expectativa é de que quase 93 milhões de pessoas façam alguma compra no período, o que deve movimentar uma cifra aproximada de R$ 13,9 bilhões nos setores do comércio e serviços.

Comemorado tradicionalmente no segundo domingo de agosto, o Dia dos Pais é considerado por muitos o ‘patinho feio’ das datas comemorativas por não injetar cifras tão expressivas como Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados. Mesmo assim, a comemoração serve de termômetro para analisar o desempenho do varejo no segundo semestre, ainda permeado por incertezas no campo político e por uma recuperação econômica gradual.

“As tradicionais datas comemorativas demonstram um forte apelo emocional e muitas vezes até se descolam do ambiente de crise, que segue impactando o orçamento das famílias. Tanto é que nas últimas três datas comemorativas deste ano, o varejo apresentou crescimento nas vendas. Os resultados, contudo, foram discretos e não revertem as perdas acumuladas durante a crise. Ainda assim, servem de alento para impulsionar a retomada da economia”, explica o presidente da CNDL, José Cesar da Costa (SPC/CNDL).

Caiu a inflação para famílias com renda mais baixa

Agência Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação da cesta de compras para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou 0,25% em julho. A taxa é menor que a junho: 1,52%. A informação foi divulgada na sexta-feira (3) pela Fundação Getulio Vargas, no Rio de Janeiro.

Apesar disso, a inflação para famílias com renda mais baixa ficou acima da constatada pelo Índice de Preços ao Consumidor–Brasil (IPC-BR), que mede a variação de preços para todas as faixas de renda e que foi de 0,17% em julho.

O IPC-C1 acumula 3,29% no ano e 3,53% em 12 meses. Em 12 meses, o indicador teve taxa menor que a registrada pelo IPC-BR (4,22%). Seis das oito classes de despesa que compõem o IPC-C1 tiveram queda na taxa de junho para julho, em especial o grupo alimentação, que passou de uma inflação de 2,31% em junho para uma deflação (queda de preços) de 0,45%.

Outros grupos com queda foram habitação (de 2,36% para 1,4%), transportes (de 0,73% para -0,05%), vestuário (de 0,27% para -0,64%), educação, leitura e recreação (de 0,51% para 0,28%) e despesas diversas (de 0,23% para 0,16%). Ao mesmo tempo, dois grupos tiveram aumento na inflação: comunicação (de 0,15% para 0,29%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,15% para 0,20%).

China e UE se unem para apoiar comércio multilateral

Agência Brasil

Representantes da China e a União Europeia (UE) definiram na sexta-feira (3), em Pequim, que vão reunir forças para promover o multilateralismo e apoiar o livre comércio. O pacto ocorre no momento em que os Estados Unidos determinaram novas regras para o comércio com os chineses. O acordo reuniu o conselheiro de Estado chinês e ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, e a alta representante da União Europeia para Assuntos Estrangeiros e Conselho de Segurança, Federica Mogherini.

As negociações ocorreram em encontro paralelo durante a reunião de ministros das Relações Exteriores da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), em Pequim. Wang disse que os líderes da China e da UE mantiveram conversas bem-sucedidas em Pequim e que os dois lados chegaram a um consenso sobre a salvaguarda do sistema multilateral de comércio, baseado em regras, e a resistência ao protecionismo comercial e ao unilateralismo. De acordo com a Xinhua, agência pública de notícias da China, Mogherini disse que a UE e a China são parceiros de longa data.

Segundo ela, a UE trata a China como um dos principais parceiros e não adotará políticas contra os chineses. Ainda, segundo Mogherini, a UE está ao lado da China na promoção do multilateralismo e no apoio ao livre comércio, disse ela, acrescentando que a União Europeia está disposta a melhorar ainda mais a comunicação estratégica e a cooperação com a China.

 

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