Huawei supera Apple e vira 2ª maior em vendas de smartphones

A empresa chinesa Huawei superou a Apple e se tornou a segunda maior vendedora de smartphones do mundo.

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Smartphone Ascend Matte 2, da Huawei. Foto: Divulgação

Os números foram divulgados pelas empresas de consultoria IDC e Strategy Analytics. A companhia fechou o segundo trimestre de 2018 com cerca de 54 milhões de aparelhos vendidos, número 40% superior ao do mesmo período do ano passado.

É a primeira vez que a Huawei atinge o segundo lugar no mercado mundial, dominado pela norte- coreana Samsung. A líder do mercado vendeu aproximadamente 70 milhões de aparelhos, o que representa um crescimento de 10% frente ao segundo trimestre de 2017. Já a Apple teve avanço menor, 0,75%, vendendo 40,3 milhões de aparelhos no trimestre, frente aos 40 milhões do ano passado.

O resultado foi impulsionado pelas vendas de celulares baratos no mercado asiático, onde a Huawei dobrou o número de vendas com relação ao segundo trimestre do ano passado. A Samsung agora detém 21% do mercado mundial de smartphones, seguida pela Huawei, que assume o segundo lugar pela primeira vez na história, com 16%, e pela Apple, que tem 12%. As empresas chinesas Xiaomi e Oppo completam o ranking das cinco maiores do mercado (ANSA).

Produtos industrializados sobem nas portas das fábricas

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Das 24 atividades industriais pesquisadas, 19 tiveram alta de preços. Foto: Ilustrativo Pixabay

Agência Brasil

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação de preços de produtos industrializados no momento em que saem das fábricas, registrou inflação de 2,28% em junho. A taxa é menor que os 2,55% de maio. O dado foi divulgado ontem (1º) pelo IBGE. O IPP acumula inflação de 8,62% nos seis primeiros meses do ano e de 13,45% em 12 meses.

Das 24 atividades industriais pesquisadas, 19 tiveram alta de preços, com destaque para indústrias extrativas (5,72%), outros produtos químicos (4,47%), alimentos (3,39%) e refino de petróleo e produtos de álcool (2,85%), que responderam pelas maiores taxas de inflação do mês e também tiveram os maiores impactos no IPP. Cinco atividades tiveram queda de preços no período, com destaque para perfumaria e sabões (-2,47%) e bebidas (-0,70%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas, a maior taxa de inflação foi registrada entre os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (2,88%). Os demais setores tiveram as seguintes taxas: bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos (0,96%), bens de consumo duráveis (0,36%) e bens de consumo semi e não duráveis (1,93%).

Inflação pelo IPC-S cai para 0,17% em julho

Agência Brasil

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou julho com taxa de 0,17%, abaixo do 1,19% de junho. O dado foi divulgado ontem (1º) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. O principal responsável pelo recuo foi o grupo de despesas alimentação, com deflação (queda de preços) de 0,61% em julho. Em junho, os alimentos haviam tido uma inflação de 1,59%.

Outro grupo de despesas que anotou deflação foi vestuário, com queda de preços de 0,64% em julho, ante uma inflação de 0,2% no mês anterior. Já os transportes não registraram aumento de preços em julho. Em junho, esse grupo teve inflação de 1,25%.

Quatro classes de despesas tiveram queda da taxa, mas continuaram com inflação em julho: habitação (a taxa caiu de 1,93% em junho para 1,08% em julho), saúde e cuidados pessoais (de 0,4% para 0,27%), despesas diversas (de 0,15% para 0,05%) e comunicação (de 0,32% para 0,24%). Educação, leitura e recreação foi o único grupo com aumento da inflação de junho para julho, ao passar de 0,28% para 0,42%.

Famílias continuam receosas em consumir

O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) de Belo Horizonte registrou 71,1 pontos em julho, frente aos 72,5 verificados em junho. Essa é a quarta queda consecutiva do indicador no ano, reflexo da instabilidade política e econômica do país. Apurado pela Fecomércio MG, com base em dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o ICF aponta que a confiança das famílias segue abaixo da fronteira de satisfação (100).

O economista da Fecomércio MG, Guilherme Almeida, destaca que a recorrente queda na intenção de consumo é fruto do momento de incertezas políticas e econômicas. "Não apenas as famílias, mas todos os agentes econômicos são influenciados pelo cenário instável, muito em razão do período eleitoral. Ainda há o agravante de que as famílias não estão confiando em uma recuperação econômica efetiva, com perspectivas de crédito deterioradas, afetadas pelos reajustes periódicos nas contas de primeira necessidade e pela ainda elevada taxa de desemprego”, destaca.

De acordo com a pesquisa, apenas dois dos sete subitens que compõem o ICF da capital mineira apresentaram crescimento. O Índice de Emprego Atual chegou aos 91,6 pontos, valor superior aos 89,3 pontos obtidos em junho, enquanto o Índice de Renda Atual registrou aumento superior a um ponto percentual, passando dos 84,8 para 85,9 (AI/FecomercioMG).

 
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