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Setor de base florestal investiu R$ 7,2 bilhões em 2017

A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) lança o Sumário Executivo 2018, em que apresenta indicadores econômicos, sociais e ambientais do setor brasileiro de árvores plantadas para fins industriais, referente ao ano de 2017; e que coloca o setor como referência mundial e uma das grandes forças da economia brasileira.

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O PIB do setor somou R$ 73,8 bilhões, representando 1,1% do PIB Nacional e 6,1% do Industrial. Foto: Julio Vilela/Ag.Istoe

De acordo com os levantamentos estatísticos realizados por Ibá e Pöyry, e com apoio das empresas associadas à Ibá, os investimentos no setor chegaram a R$ 6,7 bilhões, divididos em R$ 3,2 bilhões nas florestas e R$ 3,5 bilhões na indústria. Foram ainda aplicados mais R$ 497 milhões em programas socioambientais, que beneficiaram 1,2 milhão de pessoas.

A indústria de árvores plantadas foi responsável por cerca de 3,7 milhões de empregos diretos, indiretos e resultantes do efeito renda. A área total de árvores plantadas no Brasil alcançou 7,84 milhões de hectares em 2017, além de conservar e preservar outros 5,6 milhões de hectares de áreas naturais nas formas de Áreas de Preservação Permanente, áreas de Reserva Legal e áreas de Reserva Particular do Patrimônio Natural.

As áreas certificadas por programas internacionais, reconhecidas ferramentas para a gestão florestal ambientalmente responsável, socialmente adequada e economicamente viável, somam 5,8 milhões de hectares. O PIB do setor somou R$ 73,8 bilhões, representando 1,1% do PIB Nacional e 6,1% do Industrial. A balança comercial do setor alcançou números inéditos com superavit de US$ 9 bilhões (+14,6%).

Fonte e outras informações: (www.iba.org).

Confiança do comércio recua e atinge menor nível em um ano

Confianca tempoirario

 

Os empresários do comércio continuarão cautelosos nos próximos meses. Foto: Arquivo/ABr

Agência Brasil

O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,8 ponto de junho para julho e atingiu 88,8 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Esse é o menor nível desde agosto de 2017 (84,4 pontos). A queda da confiança em julho, concentrou-se em apenas quatro dos 13 segmentos pesquisados. O Índice de Situação Atual, que mede a confiança do empresário do comércio no momento atual, caiu 0,7 ponto e chegou 86,5 pontos, o menor nível desde dezembro de 2017 (85,6 pontos).

O principal motivo para a queda é a avaliação sobre o volume da demanda no momento, que recuou 3,1 pontos. O Índice de Expectativas, que mede a confiança em relação ao futuro, recuou 0,6 ponto, para 91,8 pontos, menor valor desde agosto de 2017 (89,6 pontos). A principal influência para a piora veio do indicador de vendas previstas, que recuou 2,2 pontos.

Segundo o coordenador da Sondagem do Comércio, da FGV, o resultado de julho mostra que o setor continua perdendo fôlego da recuperação que vinha ocorrendo até o início do ano. Entre os motivos para a perda da confiança estão a visão desfavorável em relação à demanda e a vagarosa retomada do mercado de trabalho. A FGV acredita que os empresários do comércio continuarão cautelosos nos próximos meses devido a níveis elevados de incerteza política e econômica.

Confirmado o leilão da Cepisa

Agência Brasil

O BNDES informou que a Comissão de Licitação, responsável pelo processo de venda das distribuidoras do grupo Eletrobras, considerou atendidos os requisitos para a participação no leilão de privatização da Companhia Energética do Piauí (Cepisa). Com isso, o leilão deve ser realizada hoje (26), as 10h na Bolsa de Valores B3, em São Paulo.

A confirmação foi feita após a comissão analisar os documentos apresentados na segunda-feira (23) pelos interessados na Cepisa. O banco, responsável pelo processo, não informou o número de proponentes que entregaram os documentos. Durante a sessão pública serão abertas as propostas econômicas apresentadas pelos investidores interessados.

Será possível também realizar lances de viva-voz. A Cepisa será vendida pelo valor simbólico de cerca de R$ 50 mil. Vence o certame que ofertar o maior valor de deságio na tarifa elétrica definida pela Aneel. A Cepisa será a primeira, das seis distribuidoras da Eletrobras, a ser privatizada.

Dívida Pública Federal chegou a R$ 3,75 trilhões em junho

Agência Brasil

A Dívida Pública Federal (DPF) chegou a R$ 3,754 trilhões em junho, com aumento de 1,01% na comparação com o mês anterior, de acordo com dados divulgados ontem (25) pelo Tesouro Nacional. A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) Interna (DPMFi), em circulação no mercado nacional, subiu 0,94%, alcançando R$ 3,607 trilhões. Um dos motivos para esse crescimento foi a apropriação de juros no valor de R$ 33,24 bilhões.

A apropriação de juros representa o reconhecimento gradual das taxas que corrigem a dívida pública. As taxas são incorporadas mês a mês ao estoque da dívida, conforme o indexador de cada papel. Outro fator para a expansão da dívida interna em títulos foi a emissão líquida (mais emissões do que vencimentos de títulos) de R$ 580 milhões.

A Dívida Pública Externa subiu 2,67% em junho comparado a maio, chegando a R$ 146,79 bilhões (US$ 38,07 bilhões). Apesar da alta em junho, a DPF continua abaixo das previsões do Tesouro. De acordo com o Plano Anual de Financiamento, divulgado no fim de janeiro, a tendência é que o estoque da DPF encerre o ano entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões.

Por meio da dívida pública, o governo pega recursos emprestado dos investidores para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o dinheiro com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa Selic, da inflação ou do câmbio.

Produção de aço cresce no primeiro semestre

Agência Brasil

A produção da indústria do aço no Brasil cresceu 2,9% no primeiro semestre de 2018 na comparação com igual período do ano passado. Os dados, divulgados ontem (25) pelo Instituto Aço Brasil na capital paulista, mostram que foram produzidas 17,2 milhões de toneladas (Mt). As vendas internas foram de 8,8 Mt, um acréscimo de 9,9% em relação aos seis primeiros meses de 2017.

O resultado confirma a gradual trajetória de recuperação e aponta que o percentual positivo neste primeiro semestre, apesar de perdas resultantes de fatores como a greve dos caminhoneiros em maio, se justifica pela base de comparação com 2017 que é muito baixa. “É preciso relativizar esse crescimento”, apontou Marco Polo de Mello Lopes, presidente-executivo do Instituto Aço Brasil.

 
 

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