Caiu o desemprego na região metropolitana de São Paulo

O setor que mais gerou empregos foi o comércio, admitindo 75 mil trabalhadores, 4,8% mais em comparação a outubro.

Depois de uma leve alta, de 0,1 ponto percentual, em outubro, a taxa de desemprego recuou em novembro, passando de 17,9% para 17,2% da População Economicamente Ativa (PEA), nos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo

Os dados da pesquisa, feita em conjunto pela Seade e o Dieese, apontam que o total de desempregados atingiu cerca de 1,9 milhão de pessoas, 93 mil abaixo do registrado em outubro.
Essa diminuição ocorreu mais pelo contingente que desistiu de procurar uma vaga do que por uma expansão na média das contratações. Foram criados 9 mil postos de trabalho enquanto 84 mil pessoas deixaram de fazer parte do grupo em disputa por uma colocação no mercado de trabalho. O nível de ocupação ficou praticamente estável em 0,1% e o total de ocupados alcançou a 9,153 milhões de pessoas.
Dois segmentos ampliaram as vagas e outros dois efetuaram cortes. O setor que mais gerou empregos foi o comércio, admitindo 75 mil trabalhadores, 4,8% mais em comparação a outubro. Na indústria ocorreu aumento de 1,4% e criação de 20 mil postos de trabalho. Em sentido oposto, o pior desempenho aconteceu na área de serviços, onde foram eliminados 86 mil vagas, com queda de 1,6%. Outros 9 mil empregos foram cortados no setor da construção, uma redução de 1,5%.
A pesquisa também apontou uma deterioração da renda. O valor médio dos ganhos dos assalariados baixou 0,6% passando para R$ 2, 1 mil. Já em relação ao rendimento médio real dos ocupados, a renda permaneceu estável em R$ 2.048 (ABr).

Café: produção mundial atingiu 158 milhões de sacas de 60kg

No Brasil houve uma queda na produção 2017/2018, devido ao período de bienalidade baixa.

As exportações mundiais de café recuaram no mês de outubro, em comparação com o mesmo mês de 2016. É o caso, por exemplo, dos países que produzem café na Ásia e Oceania, que embarcaram apenas o equivalente a 2,87 milhões de sacas de 60kg, volume 18,7% abaixo dos números registrados no ano passado.
Com relação aos países produtores da América do Sul, o total exportado foi de 4,55 milhões de sacas em outubro, número que registra também uma queda de 14%, em decorrência principalmente de menores volumes exportados pelo Brasil (-18,3%) e pela Colômbia (-8,7%), que são as duas nações que mais produzem e exportam cafés na região.
No caso específico do Brasil, houve uma queda na produção no ano-safra 2017/2018, devido ao período de bienalidade baixa. Quanto à Colômbia, foram as chuvas intensas que atrasaram a colheita e também as exportações da safra. Com relação à América Central e México, que exportaram 3,2% menos café que em outubro de 2016, atribui-se esse fato, em grande parte, a uma queda expressiva de 67,1% nos embarques da Costa Rica e de 20,2% de Honduras.
Em contraponto, na África, as exportações aumentaram 0,28% e atingiram 0,98 milhões de sacas em outubro de 2017, cujas vendas foram lideradas por aumentos muito expressivos verificados em Uganda (82,5%) e Etiópia (31,8%). Esses dados constam do Relatório sobre o mercado de Café novembro 2017, da Organização Internacional do Café – OIC (Embrapa Café).

Gastos de brasileiros no exterior chegam a US$ 1,5 bilhão

Em relação a novembro de 2016, houve um crescimento de 32,5%.

Os gastos de brasileiros em viagens ao exterior chegaram a US$ 1,595 bilhão, em novembro, o maior para o período desde 2014, quando foi registrado US$ 1,715 bilhão no mês. Os dados foram divulgados ontem (20) pelo Banco Central (BC). Em relação a novembro de 2016, cujos gastos foram de US$ 1,204 bilhão, houve um crescimento de 32,5%.
De janeiro a novembro, os gastos de brasileiros no exterior chegaram a US$ 17,378 bilhões, com aumento de 32,6% na comparação com igual período de 2016, que foram de US$ 13,105 bilhões. As receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil ficaram em US$ 485 milhões, em novembro, e em US$ 5,308 bilhões, em 11 meses.
Com esses resultados, a conta de viagens internacionais ficou negativa em R$ 1,11 bilhão, em novembro, e em US$ 12,07 bilhões no ano. A projeção do BC para o déficit dessa conta permanece em US$ 13,5 bilhões, em 2017, e em US$ 17,3 bilhões, no próximo ano (ABr).

Cerca de 60% dos paulistanos pretendem presentear neste Natal

A poucos dias da data considerada a mais importante para o varejo, levantamento realizado pela FecomecioSP revelou que as pessoas estão mais dispostas a presentear neste Natal. A sondagem, realizada com 1.115 consumidores nos últimos dias 11 e 12, mostrou que 59,6% dos entrevistados pretendem presentear, aumento de 3,3 pontos porcentuais com relação a 2016 (57,3%), voltando ao patamar registrado em 2014, ano em que o comércio varejista começou a dar seus primeiros sinais de desaceleração.
O valor médio do presente permaneceu em R$ 100, o mesmo observado em 2016, já descontada a inflação do período. A maioria dos entrevistados (46,2%) deseja comprar até três presentes, mas vale ressaltar que o número de pessoas que darão um número maior de presentes cresceu. Em 2016, 29,4% pretendiam comprar de quatro a cinco presentes; e neste ano, essa parcela subiu para 30%; enquanto a proporção de consumidores que comprará de seis a dez presentes saltou de 14,1% para 18,4%.
Assim como no ano passado, roupas, calçados e acessórios permanecem no topo da lista de presentes, com 65,5% das respostas. Em seguida estão brinquedos (30,1%), perfumes e cosméticos (17%) e telefone celular (4,8%). Os presentes que os entrevistados mais gostariam de ganhar permanecem sendo vestuários, calçados e acessórios (23,8%), telefone celular (12,1%), perfumes (6,7%) e eletrodomésticos (5,1%).

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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