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Mercado financeiro prevê retração na economia de 1,7%

No próximo ano, a expectativa é crescimento de 0,33% da economia.

A economia deve ter retração de 1,7%, este ano, de acordo com projeção de instituições financeiras consultadas semanalmente pelo Banco Central

Na semana passada, a projeção para a queda do PIB estava em 1,5%. Essa projeção é do Boletim Focus, do BC, com base em pesquisa a instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. No próximo ano, a expectativa é que haja crescimento da economia, mas apenas de 0,33%.
Na avaliação do mercado financeiro, a produção industrial deve ter queda de 5%, este ano. Em 2016, o setor deve se recuperar, com crescimento de 1,50%, contra 1,40% previsto anteriormente. Enquanto a economia encolhe, a inflação sobe. Para as instituições financeiras, o IPCA deve fechar o ano em 9,15%, contra 9,12% na projeção anterior. Essa foi a 14ª elevação seguida na estimativa. Para 2016, houve leve redução de 5,44% para 5,40%.
A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), que subiu de 7,51% para 7,64%, este ano. Para o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 7,42% para 7,46%, em 2015. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) subiu de 8,60% para 8,72%, este ano. A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 3,23, ao final de 2015, e em R$ 3,40, no fim de 2016 (ABr).

Preços de produtos e serviços sobem na Grécia

Produtos como carne, azeite de oliva, vinagre, sal, papel higiênico, entre outros itens, ficaram mais caros.

Desde ontem (20), os gregos já encontram preços mais altos nas prateleiras dos supermercados, resultado do aumento do Imposto sobre o Valor Agregado (VAT, na sigla em inglês) de 13% para 23%.
Produtos como carne, azeite de oliva, vinagre, sal, papel higiênico, entre outros itens, ficaram mais caros. A alta no imposto também afetará restaurantes e cafés, funerárias, serviços de táxi e alguns serviços educacionais. O preço do transporte público deve subir no mês que vem.
O taxista Yannis Gregorius estava revoltado. “Os bancos sobreviverão de um jeito ou de outro. Mas o que vai acontecer com o povo? Comigo, com você, com nossas crianças? Eu não vejo luz no fim do túnel”. O aumento no VAT está entre as medidas de austeridade aceitas pela Grécia em troca de um programa de ajuda dos credores internacionais no valor de 86 bilhões de euros em três anos.
Os bancos gregos reabriram gerando uma corrida às agências. Mas o controle de capital continua. O limite de saque passou de 60 euros por dia para 420 euros por semana. Também não estão autorizados, por enquanto, os saques de cheques e a transferência de dinheiro para outros países. A Bolsa de Valores de Atenas permanece fechada e não há previsão de abertura enquanto durar o controle de capital no país (ABr/EBC).

Faturamento dos pequenos caiu 10,2% em maio

O faturamento real das micro e pequenas empresas paulistas caiu pela quinta vez consecutiva e recuou 10,2% em maio, na comparação com o mesmo mês de 2014, de acordo com a pesquisa mensal Indicadores Sebrae-SP. A queda do poder de compra da população tem reduzido o nível de consumo interno e, em maio de 2015 ante maio de 2014, os reflexos foram sentidos pela indústria (-17,4%), comércio (-4,5%) e serviços (-13,6%).
Segundo o Sebrae-SP, o fraco desempenho da economia brasileira impacta negativamente todos os setores. “É um cenário preocupante, porque o ambiente permanece desfavorável às micro e pequenas empresas, que têm menor margem para contornar as adversidades”.
Entre os fatores que prejudicaram o setor estão o aumento do desemprego, o aumento da inflação e a piora na confiança. Com isso, a receita em maio de 2015 foi R$ 45,6 bilhões, o que significa R$ 5,2 bilhões a menos do que em maio de 2014.
Segundo analistas do Sebrae: “Com menos para gastar ou medo de gastar porque o que vem pela frente é incerto, o consumidor se retrai e toda a cadeia [produtiva] é afetada”. A expectativa para o segundo semestre é de estabilidade no faturamento para 60% dos proprietários. Em relação à economia brasileira, 45% deles esperam manutenção no nível de atividade, ante 49% em junho do ano passado. Outros 38% acreditam em piora no nível de atividade econômica no segundo semestre de 2015. Em junho de 2014, o percentual que esperava piora era 22% (ABr).

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