Centrais sindicais dão como certa grande adesão à greve geral amanhã

Centrais sindicais e movimentos sociais já dão como certa a adesão de diversas categorias na paralisação convocada amanhã (28), contra as reformas propostas pelo presidente Michel Temer no Congresso Nacional.

As reformas da Previdência e trabalhista são os principais alvos. Na capital paulista, metroviários, motoristas de ônibus e professores aderiram à chamada greve geral e devem parar durante todo o dia.
O Sindicato dos Metroviários e o dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviá­rio Urbano prometem uma paralisação geral durante o dia. Os metroviários prometerem parar durante 24 horas, mas não divulgaram se a paralisação vai atingir todo o sistema de trem e metrô. A Apeoesp afirmou que os professores da rede estadual vão paralisar suas atividades, assim como os servidores municipais. Para estes, o prefeito João Doria afirmou que o Executivo vai descontar o dia parado na folha de pagamento daqueles que aderirem à manifestação.
Na rede particular de ensino, os sindicatos que integram a Federação dos Professores do Estado de São Paulo, e representam os professores, auxiliares e técnicos de ensino da rede privada, anunciaram que participarão da paralisação. Os metalúrgicos do ABC paulista também aprovaram a mobilização para a greve geral. Além dessas categorias, entidades que representam bancários, motoboys, petroleiros e profissionais da saúde também comunicaram adesão à paralisação.
A CUT e a Força Sindical divulgaram que todas as categorias profissionais vinculadas às entidades participarão do movimento. Sindicatos dos 26 Estados aderiram à paralisação, entre eles trabalhadores dos transportes públicos, portuários, aeronautas, petroleiros, professores, metalúrgicos, químicos e bancários. A Força divulgou que, em São Paulo, vão parar ônibus, metrô e trens, além de metalúrgicos, químicos e trabalhadores da construção civil (AE).

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