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Taxistas pedem fiscalização do Uber

Taxistas de São Paulo protestaram ontem (11) contra os motoristas que trabalham com o aplicativo Uber.

Eles cobraram da prefeitura uma fiscalização mais rigorosa e pediram criação de lei que proíba o uso dos carros cadastrados por aplicativos. A Lei 16.279, sancionada pelo prefeito Fernando Haddad, em outubro, proíbe o uso de carros particulares cadastrados em qualquer aplicativo para o transporte remunerado de passageiros, mas, segundo os taxistas, o número de fiscais é insuficiente para coibir a prática.
O protesto começou na Praça Charles Miller, de onde os taxistas seguiram em direção à Câmara Municipal e à prefeitura. Ocuparam três faixas da Rua da Consolação. Eles cobraram também a punição de carros particulares que operam irregularmente em locais, como portarias de hotéis, em busca de passageiros e que não têm os alvarás exigidos pelo Poder Público.
Entidades sindicais dos motoristas de táxi encaminharam ofício ao presidente da Câmara, vereador Antonio Donato (PT), pedindo apoio para suas reivindicações. Segundo representante do Sinditaxi, a manifestação reuniu cerca de 8 mil carros, sendo 500 da Guarucoop, que presta serviços de táxi no Aeroporto de Guarulhos. A Prefeitura informou que 133.184 veículos foram fiscalizados, de janeiro a outubro, sendo que 117.815 eram táxis. “Foram apreendidos 620 veículos entre táxis clandestinos, veículos que faziam uso do aplicativo Uber, escolares, de fretamento e lotações. Na relação, estão 105 veículos que usavam aplicativo Uber”, dizia a nota (ABr).

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