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Ministro defende combustível com ‘preço justo e barato’

Ao discursar na abertura da 5ª Rodada de Licitações de Partilha de Produção da ANP, na sexta-feira (28), no Rio de Janeiro, o ministro de Minas Energia, Moreira Franco, disse ter a expectativa de que a agência vai continuar a política adotada nos últimos anos para o setor de petróleo.

“Essa agenda é fundamental e indispensável para o fortalecimento do setor e de sua capacidade transformadora na sociedade brasileira”, afirmou.
A seguir, defendeu que é preciso haver mais concorrência no setor de petróleo, o que vai beneficiar o consumidor com melhores preços.
“[O combustível] precisa ser oferecido a um preço que seja justo, razoável, barato. E a experiência nos tem mostrado que isso só ocorre quando há concorrência, e não só no fim da linha, tem que ser na cadeia inteira, para que se acumule preços justos ao longo de todo o processo produtivo”, explicou.
Para o ministro, é preciso haver redução da carga tributária nos setores de energia elétrica, telecomunicações e combustíveis. Moreira Franco afirmou ainda que esses setores costumam ser alvo de aumento de impostos quando os estados passam por dificuldades financeiras. “Não dá mais para se viver com impostos tão altos, sobretudo, nesses três setores tão indispensáveis na vida das pessoas”.
O diretor-geral da ANP, Décio Oddone, ao comemorar o sucesso que a indústria do petróleo vem alcançando nos dois últimos anos, disse que o país precisa de menos ideologia e vigarice para que o setor de petróleo e gás natural prossiga em franca expansão. Para ele, a retomada da indústria continuará produzindo frutos positivos para o país. Lembrou que hoje a retomada dos leilões do pré-sal completa dois anos e disse que os resultados trarão consequên­cias durante décadas (ABr).

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