Em maratona de inaugurações, Alckmin abre estação Oscar Freire

Cumprindo uma verdadeira maratona para inaugurar obras prontas ou não até amanhã, quando renunciará ao cargo de governador para se candidatar à Presidência da República, Geraldo Alckmin abriu ao público na manhã de ontem (4), a estação Oscar Freire, da linha 4-Amarela do metrô.

Questionado se estava com pressa para fazer a inauguração em virtude da obrigatoriedade de se desligar, o tucano afirmou que não se podia privar a população do uso da estação porque um dos acessos não está pronto. “Por que vamos privar a população desse que é o acesso principal? Dos 23 mil passageiros por dia previstos para essa estação, mais de 20 mil, 22 mil vão utilizar esse acesso. Não há razão para impedir isso”, disse.
Alckmin ainda provocou os jornalistas ao listar os avanços obtidos na expansão do metrô de 2011 pra cá. “Em oito anos nós saímos de 68 km de metrô para terminarmos o ano com 102 km. Pois no meio da crise, no meio da recessão, o governo do Estado conseguiu também passar de 60 para 89 estações de metrô, quase 50% a mais. E deixaremos um canteiro de obras”.
Em seu discurso, o Alckmin ressaltou que tem ouvido sobre a “questão de atraso de obras”, mas que isso depende de como se vê o copo, se meio cheio ou meio vazio. “Realmente tivemos alguns (atrasos) porque a crise afetou também o setor privado. Um consórcio internacional não conseguiu fazer a obra. Foi punido, multado, reincidido o contrato e aberta uma nova licitação, que é o que tem de fazer um governo sério. É preciso então também ser justo e ver o copo meio cheio” (AE).

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