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PGR pode federalizar caso sobre morte de vereadora

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou a abertura de um procedimento instrutório para a possível federalização das investigações sobre a morte da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL).

O procedimento instrutório é uma fase preliminar do processo que pode levar à instauração de um Incidente de Deslocamento de Competência, instrumento pelo meio do qual o MPF solicita à Justiça a federalização de algumas investigações.
Por meio de nota, Dodge também informou ter feito solicitação formal à Polícia Federal (PF) para que adote providências para investigar o assassinato. Apesar da providência, Dodge disse prestar total apoio ao procurador de Justiça, Eduardo Gussen, que comanda o Ministério Público do Rio de Janeiro, na apuração do caso.
Marielle, de 38 anos, foi assassinada com quatro tiros na cabeça na noite de quarta-feira (14), quando ia para sua casa no bairro da Tijuca, retornando de um evento do movimento do negro, na Lapa. A parlamentar viajava no banco de trás do carro quando os criminosos emparelharam com o veículo da vítima e atiraram. O motorista Anderson Pedro Gomes, de 39 anos, que dirigia o carro da vereadora, também morreu na hora. Uma assessora da verea­dora que também estava no veículo sobreviveu ao ataque.
Marielle foi a quinta vereadora mais votada nas eleições de 2016 no Rio de Janeiro, com 46.502 votos (ABr).

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