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Marun admite que ainda não tem votos suficientes

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu ontem (16) que o governo ainda não tem os votos garantidos para aprovar a reforma da Previdência.

“Não temos o suficiente, teremos em 19 de fevereiro”, disse. O ministro almoçou com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, a convite da entidade.
Apesar do recesso da Câmara, Marun continua no trabalho de conquista de votos. “Estamos avançando na conquista de votos, não estamos preocupados no momento com a contagem de votos. A chegada dos parlamentares [em Brasília] em grande número deve acontecer ao fim do recesso e nesse momento nós efetua­remos uma contagem mais efetiva. Eu posso garantir que vivemos hoje um momento muito melhor do que vivíamos antes do recesso parlamentar”. Para ele, o importante agora é manter o diálogo com as diversas lideranças. “O setor empresarial está perfeitamente convencido dessa necessidade [reformas]”.
Quanto aos encontros do presidente Michel Temer com lideranças religiosas, ele disse que o governo conversa com quem queira dialogar. “Estamos conversando com lideranças de todo o país, reconhecemos o peso das lideranças evangélicas, como das lideranças religiosas, ou seja, estamos dialogando com aqueles que querem dialogar”. O presidente da Fiesp, Paulo Skap, disse que confia na aprovação da reforma da Previdência. “O que conversamos durante ao almoço foi um projeto de país. Para o Brasil é importante que aconteça a reforma e para isso tem que haver a sensibilidade dos deputados no sentido de votarem a favor”, disse.
Para Marun, a falta de otimismo declarada ontem (16) pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se dá pelo fato de ele estar fora do país (ABr).

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