Alckmin: política não pode ficar no plano secundário

Em viagem aos Estados Unidos para divulgar o programa estadual de concessões, avaliado em R$ 45 bilhões, o governador Geraldo Alckmin, disse na manhã de ontem (16), durante reunião com possíveis investidores em Nova York, que a política não pode ficar no plano secundário.

“Me preocupa, muitas vezes, relegar a política ao plano secundário, porque ela é a atividade essencial. Não adianta a empresa ir bem, se a economia de seu País vai mal. Não adianta você ser o melhor agricultor do mundo da porteira para dentro se da porteira pra fora nada funciona”, disse a uma plateia de empresários e banqueiros no Bank of America Merril Lynch.
Sem criticar abertamente a “onda do gestor”, que tem o prefeito de São Paulo, o também tucano João Doria, como maior expoente, Alckmin afirmou que a “pior política é a da omissão”. Em seguida, disse considerar importante a ascensão de novas lideranças e a aproximação do setores público e privado.
Durante o roteiro que cumpre em território americano, o governador tenta “vender” parte de seu plano de concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs) a investidores estrangeiros, assim como Doria, que também aposta em um programa de desestatização para viabilizar melhorias na capital (AE).

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