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Fábio Faias (*)

Em um cenário tão alto de mortalidade de empresas, aquelas que possuem as melhores ferramentas de gestão e análise de dados têm tudo para sobreviver no mercado.

Hoje, o Business Intelligence (BI) já não é mais uma novidade. Uma pesquisa da Gartner afirma que a receita global no mercado de softwares de BI e analytics deve chegar a US$ 22,8 bilhões em 2020. Antes de avançar, porém, é preciso explicar, e principalmente entender, o que é e como funciona o BI, que na prática é o processo de coletar, organizar, analisar, compartilhar e monitorar informações estratégicas para a gestão de um negócio.

Em outras palavras, ele transforma dados brutos em referências que trazem insights sobre a operação e os resultados de uma empresa através de uma série de ferramentas e técnicas que incluem a visualização de dados em formatos diferentes, dashboards com gráficos e cruzamento de informações.

Uma das principais dificuldades do BI é justamente contar com dados recentes e interessantes para trabalhar. Por isso o "casamento" do sistema de gestão empresarial (ERP) com o BI tem dado tão certo. Trocando em miúdos, ter um ERP que conte com BI é fundamental para empresas que desejam ser competitivas. E isso não é exclusivo de grandes empresas. As pequenas e médias empresas (PMEs) também têm ao seu dispor várias ferramentas.

Com o BI a empresa desfruta de uma maior riqueza e clareza de informações. Porém, é preciso ter objetivos claros com esses dados. Um dos erros clássicos ao trabalhar com eles, seja da definição de indicadores-chave de desempenho (KPIs) até a extração de relatórios e dashboards, é não ser estratégico sobre o que se vai medir.

Muitas vezes, o empresário se encanta com a quantidade de possibilidades e acaba analisando todo e qualquer dado que surja na sua frente. Isso é um perigo, pois toma tempo e ainda pode levar a insights que vão mascarar, ou até mesmo atrapalhar, a compreensão sobre os resultados reais do negócio.

Quando falo de analisar o resultado das empresas é preciso afirmar que todas as suas áreas podem se beneficiar do BI. Isso impacta no atendimento ao cliente, relação com fornecedores, produtividade de colaboradores e muito mais. Com dados ricos para analisar é possível verificar se a companhia está andando como deveria ou se ajustes e correções precisam ser executados.

O Bluesoft Intelligence é um módulo exclusivo e totalmente integrado com o ERP, que oferece dashboards pensados para solucionar as principais dúvidas dos varejistas. Além disso, o empresário consegue criar dashboards personalizados para cruzar dados e fundamentar as decisões que toma, como, por exemplo, em gestão de compras, um dos setores mais estratégicos para o varejo.

Para outro modelo de negócio, esses dados talvez não sejam tão importantes ou interessantes. E isso reforça a dica que dei anteriormente: seja estratégico no que vai analisar, seja com simples planilhas e relatórios ou com ferramentas mais robustas e completas como as de Business Intelligence.

(*) - É gerente de estratégia comercial na Bluesoft Sistemas (www.bluesoft.com.br).

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