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Pier Mattei (*)

Uma recente pesquisa revelou que entre os 42% dos entrevistados que se declararam investidores, 10% não sabem porque aplicam e 10% não enxergam vantagens no investimento.

E ainda, 54% disseram investir mais por segurança, enquanto apenas 16% esperam obter retorno financeiro. Considerada uma aplicação tradicional e mais conhecida pelas pessoas, a poupança representa 88% dos investimentos, e em segundo lugar fica a previdência privada, com somente 6%. Esse cenário está diretamente atrelado a percepção que os brasileiros têm que investir é uma atividade restrita a multimilionários. Justamente por conta disso, a maioria deixa seus recursos em aplicações de baixa rentabilidade, como a poupança, que muitas vezes acaba perdendo para a inflação.

No entanto, existe um enorme leque de alternativas mais rentáveis que podem ser adotadas pelo novo investidor de acordo com o seu perfil e também objetivo, seja ele de curto, médio ou longo prazo. O retorno pode ser maior ou menor dependendo do seu apetite por risco, mas o ideal é montar uma cesta de investimentos bastante diversificada, que pode contar com produtos conservadores, e alguns que podem parecer sofisticados no primeiro momento, mas que estão caindo cada vez mais no gosto dos brasileiros, como os fundos multimercados ou até COEs (Certificados de Operações Estruturadas).

Além da falta de conhecimento sobre como investir, outra questão que as pessoas enfrentam é buscar produtos apenas nas prateleiras dos bancos, que podem ser muito mais caros. Hoje, os escritórios especializados em investimentos oferecem uma gama de produtos mais diversificada e ainda um acompanhamento próximo e personalizado para o investidor, já que o foco do assessor de investimentos é acompanhar a carteira do cliente periodicamente e revisar suas aplicações para garantir os melhores resultados.

O leque de alternativas dessas empresas, além de contemplar todos os tipos de produtos, como renda fixa, fundos de investimento, previdência, COE e ações, também traz um diferencial que é a pluralidade de "marcas", algo ainda muito restrito dentro dos grandes bancos. Essa vantagem faz toda diferença para o aplicador na busca por mais rentabilidade com a mesma segurança. Um exemplo é o investimento em título público como o tesouro direto, que tem segurança e potencial de ganhos bastante significativos.

Outra opção são os fundos multimercado, que podem operar em moedas, juros e bolsa, tanto no Brasil quanto no exterior. Os COEs, que estão em alta e fazem cada vez mais parte da carteira de muitos investidores, tem um potencial de retorno interessante e garante proteção do capital com diversificação internacional. Para quem deseja ter mais retorno e, ao mesmo tempo, proteção, é o produto perfeito.

Todos esses termos podem parecer complicados, principalmente para quem nunca investiu ou está começando essa empreitada. Porém, independentemente do tipo de produto, o que o novo investidor deve buscar, além da segurança financeira e proteção do patrimônio, é sempre a melhor rentabilidade dentro do seu perfil. Para isso, é preciso explorar o mundo dos investimentos e encontrar um especialista capaz de entender os limites de risco e retorno e indicar a melhor opção para fazer seu dinheiro render.

(*) - É sócio-fundador da Monte Bravo, empresa de assessoria de investimentos que figura entre as três principais do país e está presente em sete cidades brasileiras.

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